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Tom Hanks



No dia 9 de julho de 1956, nascia na Califórnia, um dos maiores e mais respeitados atores de Hollywood: Tom Hanks. O ator iniciou sua carreira aos 24 anos, num filme de baixo orçamento, chamado “He Knows You’re Alone”. Depois, atuou em séries para TV, mas o sucesso só veio mesmo no filme de Ron Howard, “Splash – Uma Sereia em Minha Vida”, onde contracenou com a atriz Daryl Hannah. Após o sucesso, Tom ganhou visibilidade e passou a receber diversos papéis para os grandes filmes que conhecemos hoje.
Sua filmografia está repleta de filmes inesquecíveis. Dois deles, rederam ao ator diversos prêmios por sua atuação. Sua primeira indicação ao Oscar veio com o filme “Quero Ser Grande”, em 1989. Cinco anos depois, fazendo filmes que não chamaram atenção da crítica, Tom estreia “Filadélfia”, onde interpreta um advogado gay soropositivo. A dedicação do ator para compor o personagem foi tão intensa, que seu trabalho foi merecidamente reconhecido e ele arrematou a estatueta desse ano de melhor ator. O filme é uma obra. Qualquer um que se considera cinéfilo, precisa desse filme em sua cinebiografia. No ano seguinte, 1995, a estrela da vez foi “Forrest Gump – O Contador de Histórias”. Dentre as treze categorias que foi indicado ao Oscar, o filme levou seis e entre elas, a de melhor ator para Tom Hanks. Parece até brincadeira, mas esse é outro filme que precisa aparecer na cinebiografia dos cinéfilos. Tom deu vida ao doce Forrest, um rapaz que viaja o mundo, se encontrando com personalidades famosas e participa de fatos históricos.
Obviamente, há vários filmes de Tom, que podem ser considerados essenciais, alguns exemplos são: “O Resgate do Soldado Ryan”, “Apollo 13”, “Náufrago”, “Prenda-me Se For Capaz”, “O Terminal”, “O Código Da Vinci” e outros. Além de atuar, Tom também dirige, produz e escreve roteiros. Para completar suas habilidades, é importante citar que a voz do ator é emprestada a um dos personagens mais queridos do mundo das animações: o xerife Woody, do maravilhoso “Toy Story”. Lembrando que “Toy Story 4”está confirmado, até então, para chegar aos cinemas em 21 de junho de 2019 e Woody segue com a voz de Tom.
Em “O Código Da Vinci”, Tom vive o professor de simbologia Robert Langdon, personagem principal dos livros polêmicos de Dan Brown. O personagem protagoniza, também, outros filmes já lançados: “Anjos e Demônios” e “Inferno”. A expectativa agora é para ver o ator voltar a interpretar o personagem em “O Símbolo Perdido”. Os filmes de Ron Howard não são os mais amados do público, principalmente aos fãs da obra de Brown. No entanto, são bons filmes de ação e com um roteiro que prende a atenção de quem assiste.
Ano passado, assisti “Sully: O Herói do Rio Hudson”, um filme baseado em fatos reais. Entrou para minha lista de “favoritos com Tom Hanks”. O filme passa uma aflição muito grande e paralelo ao acidente, tem a questão do tribunal. É o tipo de filme que você toma partido, que torce e quer ajudar o protagonista a qualquer custo. Para quem gosta de filmes que ambientados em tribunal, essa é uma indicação.
Atualmente, Tom Hanks pode ser visto nos cinemas no filme “O Círculo”, onde contracena com a atriz Emma Watson. O filme não agradou tanto a mídia e aos espectadores, mas traz uma história que faz pensar para onde a tecnologia está indo. Particularmente, eu gostei, apesar de ver problemas de desenvolvimento e alguns discursos um pouco confusos. Em alguma crítica, li que o roteiro não é inovador. Ora bolas! Se formos julgar todos os filmes por isso, só conseguiremos gostar de um a cada dez anos e olhe lá! Não é porque é um tema repetido, que não se pode considerar bom. Inclusive, é um tem que precisa ser levado a público insistentemente, já que é atual e lida com a nossa privacidade e humanidade. Como li em alguns lugares, parece um episódio de “Black Mirror”, o que para mim é um elogio, já que é uma das séries atuais que eu mais gosto. Sem dúvidas, no meu top 5 das favoritas.
Vida longa a Tom Hanks!
Publicado originalmente aqui.

É Por Aqui que Vai Pra Lá



Caio Castro: “o cara que é ator, mas não gosta de teatro”! “O cara que escreveu um livro, mas não gosta de ler”! Afinal, o sucesso desse menino vem de onde?
Muita gente vai responder sem pensar duas vezes: beleza.
Mas beleza não é tudo. Caio Castro pode não ser o melhor ator da atualidade, contudo, ele funciona perfeitamente bem nos papéis que lhes são dados.
Outro ponto alto do paulista de 27 anos é o carisma.
Dono de um sorriso que derrete qualquer garota, Caio Castro parece ser aquele menino gente boa, que topa tomar uma “gelada” sem problema algum.
Em seu livro “É Por Aqui Que Vai Pra Lá“, o ator conta sobre suas viagens, durante o ano que tirou para descansar, após anos de trabalho sem férias.
O livro tem uma edição impecável, digna de se colocar na estante e admirar. Mas, e o conteúdo? Bem, o conteúdo não fica atrás.
Tenho certeza de que Caio Castro não quer ser nomeado para a Academia Brasileira de Letras. Ele só quer contar um pouco das suas experiências. Que mal há nisso? Se eu pudesse, e tivesse meu público fiel, faria o mesmo, ora bolas! É um diário de viagens, que foi a público. Ressaltando que, esse público, adora saber sobre a vida das celebridades!
A linguagem informal ajuda o autor a se conectar, ainda mais, com o público. Parece que ele está “trocando uma ideia” com você.
Li em muitos lugares que ele pegou o Instagram e publicou. Mais uma vez eu pergunto: que mal há nisso?
E se você acha que eu sou fã do cara, engana-se. Sempre achei ele uma gracinha, mas nada que virasse minha cabeça.

A noite de autógrafos foi, sim, decepcionante. Nos termos do evento havia o recado de que o fotógrafo seria, exclusivamente, o contratado, não haveria selfies. Até aí tudo bem. Mas ao se deparar com diversas adolescentes histéricas, chorando e ansiando pelo encontro com o ídolo, foi passado que o autógrafo seria um CARIMBO. Sim! Ele não assinou nenhum livro. (Noite de Carimbos!)
O que é uma pena, porque as pessoas não pensam: “foi a editora”, “foi a produtora”, apenas pensam que foi má vontade do rapaz. Então, acrescentam isso no currículo dele e… Espero que ele saiba lidar com os “haters”.
De qualquer forma, mesmo que você não seja fã, vale a pena ler o livro e conhecer, antes de criticar deliberadamente.

Não é nada demais, mas também não é nada que mereça a “inquisição”. Em algumas partes, até, quis saber mais. Como por exemplo, no Rock In Rio Lisboa. Pode parecer desnecessário, mas fiquei curiosa para saber quais artistas ele viu por lá. Quando ele fala de uma das garotas com quem se envolveu…. pequenos detalhes, que só quem é chato sente falta.
A internet se tornou um lugar de críticos, que não sabem o que estão criticando, mas querem criticar (sempre de forma negativa). E se esse é o erro de Caio Castro, fazer o que não admira, bem-vindo ao mundo da hipocrisia.
Então, repito: vale a pena ler o livro; ler sempre vale a pena, até mesmo se a finalidade for criticar! Para isso, também precisamos estar bem informados sobre o assunto.
Publicado originalmente na coluna "Café com Alice", no site "Feminino e Além".
http://femininoealem.com.br/22987/caio-castro-e-por-aqui-que-vai-pra-la/