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SHOPPING CIDADE SÃO PAULO PROMOVE 1ª EDIÇÃO DO EVENTO INFANTIL “ERA UMA VEZ NO CIDADE”


SHOPPING CIDADE SÃO PAULO PROMOVE 1ª EDIÇÃO DO EVENTO INFANTIL “ERA UMA VEZ NO CIDADE”

Gratuita e sempre nos finais de semana, temporada de atrações começa no próximo dia 25 e vai até setembro, com grandes clássicos e apresentações musicais
Cada vez mais conectado com o ambiente cultural e divertido da Avenida Paulista, o Shopping Cidade São Paulo estreia no próximo sábado 25 o “Era Uma Vez no Cidade”, série de contação de histórias dirigidas especialmente ao público infantil.
Programada para os finais de semana de agosto e setembro, a temporada inclui adaptações de grandes clássicos da literatura infantil, além de apresentações musicais. Aos sábados e domingos, as famílias poderão se divertir com duas sessões diárias, às 11 e 15 horas, dentro da “Arena da Diversão e Descompressão”, no 4º piso.
A abertura da temporada (sábado 25, 11 horas) terá como destaque a peça “Chapeuzinho Vermelho”. No mesmo dia, às 15 horas, será a vez do clássico “Mágico de Oz”. No domingo 26, a diversão ficará por conta da cantora e compositora Lucila Novaes. Com o espetáculo “Pra Criançada”, a artista levará ao palco um repertório lúdico e encantador, com uso de bonecos e muitas imagens. As sessões serão às 11 e 15 horas.
Todas as apresentações do evento infantil “Era Uma Vez no Cidade” têm classificação livre e são abertas gratuitamente ao público.
Considerado um dos mais modernos e completos centros de compras e de lazer da região da Avenida Paulista, o Shopping Cidade São Paulo é administrado pela CCP (Cyrela Commercial Properties). Inaugurado em 2015, oferece mais de 160 lojas, dos mais variados segmentos de produtos e serviços. Está localizado na Avenida Paulista, 1230, próximo da estação Trianon-Masp do metrô, e com acesso de veículos pela Rua São Carlos do Pinhal, 627. Mais informações: (11) 3595-1230 ou nos canais digitais:

As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme


As Aventuras do Capitão Cueca – O Filme

Trá-lá-lááá!!!!!!!!!!! Acho que isso nunca mais vai sair da minha cabeça, mas não faz mal. Eu não conhecia as histórias do Capitão Cueca, só sabia que existia por ver as capas dos livros, então esse foi o nosso primeiro contato de verdade. O filme do super-herói, que só usa um cuecão e uma capa, me fez dar boas risadas.

Jorge e Haroldo são amigos desde muito pequenos e são aqueles garotos pestinhas, que aprontam de tudo na escola para enlouquecer os professores e diretor. O diretor Krupp é um daqueles caras bem amargurados, principalmente por não conseguir pegar os meninos no flagra para puni-los. A escola parece uma prisão. Professores entediantes, aulas maçantes e trabalhos para o fim de semana. É, literalmente, uma tortura para esses alunos frequentarem o local de ensino, que mais parece um campo de concentração.

Fora do horário das aulas, Jorge e Haroldo se encontram na casa da árvore e se divertem por lá. Uma das atividades deles, é o gibi do Capitão Cueca. Um escreve as histórias e o outro faz as ilustrações. Mas o diretor Krupp não suporta o gibi dos meninos e todas as vezes que eles o levam para a escola, o mal encarado apreende o material. Numa das confusões, para evitar que sejam separados de sala, eles hipnotizam o diretor e o transformam no Capitão Cueca real.

Sob a direção de David Soren e roteiro de Nicholas Stoller, o filme do Capitão Cueca é divertido, prende a atenção do espectador e fará as crianças e pais darem risadas com situações malucas criadas por dois meninos cheios de química e amizade verdadeira, além de deixar os adultos que foram bem levados, na época da escola, com uma certa saudade das peripécias que aprontavam.

“As Aventuras do Capitão Cueca” estreia hoje, dia 12 de outubro e é perfeito para comemorar o Dia das Crianças, levando os pequenos para o cinema e depois fazendo uma farra gastronômica em algum fast food ou pizzaria.

Pica-Pau - O Filme


Pica-Pau: O Filme

Um dos passarinhos mais danados e queridos do público, chega aos cinemas em live-action, com atores reais, para uma aventura na floresta onde vive. Pica-Pau precisará lidar com um casal, que quer colocar em prática um projeto para construir uma casa próxima ao lugar aonde ele vive, e que pode causar sérios danos ao ambiente. Além deles, tem uma dupla de caçadores, que quer pegar Pica-Pau de qualquer jeito para vende-lo no mercado negro e arrecadar milhões, já que o bichinho é raro e está em extinção.

Com roteiro de William Robertson e Alex Zamm, esse último é, também, o diretor do longa, “Pica-Pau: O Filme” tem aventura e momentos engraçados, principalmente quando ele apronta suas travessuras, mas não se compara ao desenho que conquistou tantos fãs aqui no Brasil. A sensação é de que é uma narrativa voltada exclusivamente para os pequenos. Não dá para matar a saudade do personagem, mas dá para inseri-lo no universo das crianças que, infelizmente, não tiveram a sorte de pegar o bom e velho Pica-Pau.

A interação dele com Tommy (Graham Verchere), filho do homem que quer construir a tal da casa, Lance Walters (Timothy Omundson), é divertida, mas os melhores momentos são quando ele apronta com o casal. A mulher, por sinal, é a “atriz” brasileira Thaila Ayala, que “interpreta” uma personagem bem chata. Até que o papel lhe coube bem, sendo que a sua participação não é duradoura. Inclusive, li que ela foi escalada para o filme porque Pica-Pau tem grande popularidade no Brasil. Será que houve alguma pesquisa para saber quem o povo brasileiro indicaria?

Pica-Pau diverte, apesar de extremamente bobo, mas não faz jus ao personagem, que merecia muito mais. A criançada irá se divertir, porque tem aquele humor que elas gostam de coisas caindo na cabeça, atrapalhadas e afins. Uma pena, porque o personagem tinha tudo para ser revivido com maestria e ficar no mesmo nível dos filmes dos outros estúdios. Talvez, numa próxima.

“Pica-Pau: O Filme” estreia hoje, dia 05 de outubro e vale a pena só para levar os pequenos. Não é o tipo de desenho que um adulto vai gostar de ir assistir sem um propósito.

Palavra Cantada - Bafafá


BAFAFÁ

O novo show da Palavra Cantada terá estreia nacional em  Salvador

A Concha Acústica do Teatro Castro Alves, será palco da estreia nacional de BAFAFÁ, o novo show da Palavra Cantada - que traz um mix das novidades musicais e antigos sucessos da dupla Sandra Peres e Paulo Tatit. O evento será realizado no dia 1º de outubro, a partir das 17 horas e contará com a abertura do grupo local PUMM – Por um Mundo Melhor, pelo projeto Janela Baiana. Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos na bilheteria do TCA, no SAC dos Shoppings Barra e Bela Vista e na plataforma on line Ingresso Rápido. A arquibancada custa R$ 80,00 e o camarote R$ 160,00 – valor de inteira do primeiro lote. No segundo lote, o público vai pagar R$ 100,00 (arquibancada) e R$ 200,00 (camarote). O show é uma realização da Gabiroba Cultural e da Trevo Produções.

SOBRE BAFAFÁ
Preparar um novo trabalho é sempre um dilema para Sandra Peres e Paulo Tatit. Com 23 anos dedicados ao universo infantil e vários sucessos emplacados nesta trajetória, a dupla se vê em apuros quando inicia um novo projeto. Isso porque o público quer as velhas canções e os artistas querem mostrar suas novas produções.  Assim surgiu BAFAFÁ, com a proposta de mostrar as duas faces: as novas canções, muitas delas bombadas no Youtube, e as canções de sucesso.

Dentre as novidades, o público poderá ouvir “Cuida Com Cuidado”, canção que coloca o filhote do Homem como o mais carente de cuidados entre todos os seres do mundo; “Passeio do Bebê”, continuação do já sucesso “Eu Sou Um Bebezinho”; “Tartaruga e Lobo”, canção-fábula entre a esperta tartaruga e o lobo não tão esperto; “Alienígenas”, canção em que Pauleco e Sandreca recebem a visita de ETs; “Vai e Vem das Estações”, uma linda música sobre as estações do ano, e ainda o “Sambinha da Fralda Molhada”, música feita sob encomenda de uma mãe através do canal Youtube. E para agradar os papais e as mamães que querem ver e ouvir a dupla cantando os antigos sucessos, serão apresentados dois pout pourri para fazer a plateia sacolejar para valer! Vai ser o maior BAFAFÁ!


PALAVRA CANTADA:
Paulo Tatit: violão e voz
Sandra Peres: teclado e voz

MÚSICOS:
Daniel Ayres: contra baixo
Julia Pittier: percussão e voz
Michele Abu: Bateria

Sandra Peres – Musicista formada pela Faculdade de Música do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Fez o curso de Análise de Composição Contemporânea no IRCAM, em Paris.

Paulo Tatit – Arquiteto de formação e músico autodidata, participou como principal arranjador do Grupo Rumo, destaque da vanguarda musical paulistana na década de 1980. Trabalhou como músico e parceiro do compositor Arnaldo Antunes nos anos 1990.

PALAVRA CANTADA em NÚMEROS
·         220 Milhões de visualizações em seu canal de YouTube
·         260 mil inscrições em seu canal de YouTube
·         1,5 milhão de fãs no Facebook
·         150 mil seguidores no Instagram
·         5 milhões de CDs vendidos em toda a carreira
·         1 Milhão de DVDs vendidos em toda a carreira
·         2 milhões de kits educacionais Brincadeiras Musicais (livro do professor+CD+DVD)
·         50 shows em média por ano em todo país.
·         1,4 milhão de pessoas já assistiram ao show da Palavra Cantada em todo o Brasil.
·         A Palavra Cantada já recebeu 10 prêmios da Musica Brasileira pelos seus discos e DVDs.

LINKS
youtube.com/palavracantada
facebook.com/palavracantada
instagram.com/palavracantada



SERVIÇO

PALAVRA CANTADA – Sandra Peres e Paulo Tatit
Data: 1º de outubro (domingo)
Horário: 17 horas
Show de Abertura: PUMM – Por Um Mundo Melhor
Horário: 17 horas
Classificação: Livre
Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves

Ingressos Primeiro Lote: R$ 80,00 arquibancada / R$ 160,00 camarote – inteira

Ingressos Segundo Lote: R$ 100,00 arquibancada / R$ 200,00 camarote - inteira
Vendas: Bilheteria do TCA, SAC dos Shoppings Barra e Bela Vista e Ingresso Rápido: www.ingressorapido.com.br
Realização: Gabiroba Cultural e Trevo Produções

Lino - Uma Aventura de Sete Vidas


Lino - Uma Aventura de Sete Vidas

Pense num cara azarado! Desde a infância, Lino não dá certo. Sofre bullying, não consegue conversar com a garota amada, tem o lanche roubado... um fracasso. Depois que cresce, Lino não se destaca. Sua falta de sorte continua determinando o rumo desastroso de sua vida. Ele trabalha como animador infantil, vestido com uma fantasia tosca de gato. As crianças o odeiam! Sua vida social não existe. Dessa vez, um fracasso total. A gota d'água é quando Lino é despejado de seu apartamento, por falta de pagamento.

A ajuda que ele recebe é do valentão da época de escola, obviamente, essa ajuda não será barata, mas Lino não tem ideia do quanto isso irá lhe custar. Desestimulado, ele procura ajuda de um guru espiritual para tentar o rumo das coisas. O tal guru, lhe passa uma fórmula e mesmo sem colocar muita fé, Lino tenta a sorte. Ao sair do vestiário do trabalho, as mudanças são observadas, pois começa a receber vários elogios. As crianças ficam encantadas, e aí ele percebe: virou um gato de verdade, só que gigante. Ao mesmo tempo, Lino começa a ser perseguido pela polícia, porque um homem fantasiado de gato (a fantasia de Lino), assaltou diversos lugares e foi flagrado por câmeras. O gato gigante vai ter que se resolver com o guru maluco, a polícia e um bebê, que cai, literalmente, em suas mãos. Confusão pouca é bobagem. 

A animação é leve e divertida. A policial que persegue Lino é dublada por Dira Paes. Lino por Selton Mello, que tem uma voz icônica e cabe perfeitamente no personagem. Quando ele mia entre as frases, principalmente quando está nervoso, é engraçado e soa natural. A personagem que Paolla Oliveira dubla, aparece pouco, mas é uma participação importante, porque tem uma história inesperada. 

Não é a primeira animação do Brasil, mas marca o retorno do cinema nacional ao gênero e de forma tão eficaz. Esperar que seja uma animação estilo Pixar ou Disney, não é justo. O cinema brasileiro já vem, há algum tempo, entregando um trabalho impecável, agora é hora de explorar outros gêneros para outros públicos, o que é o caso de "Lino". 

A história de Lino é boba e dificilmente vai agradar as crianças que estão entrando na pré-adolescência, porque elas já não têm paciência para animação, consideram infantil demais, ainda mais quando é uma história que não traz nenhuma grande novidade e beira a ingenuidade, a exemplo de dois policiais que acompanham Janine (Dira Paes) e apelam para um humor extremamente forçado, do tipo que só agrada crianças pequenininhas mesmo. 

O filme do diretor Rafael Ribas, no entanto, tem um bom ritmo e ação não para. Torço para que tenha uma boa recepção do público para que um segundo filme de Lino seja aprovado. Quem sabe, ele não ganhe um roteiro com diálogos mais elaborados... é uma chance.

"Lino - Uma Aventura de Sete Vidas" estreia hoje, 7 de setembro e vale a pena levar a criançada para embarcar na aventura desse gato azarado, mas que conquista fácil o público. Se falta um pouco mais de conteúdo, o carisma de Lino e, até mesmo, a simpatia do guru atrapalhado conseguem ajudar o filme a emplacar. Bom passo para a animação nacional!

Emoji - O Filme


Emoji – O Filme

O bom de assistir a um filme que é massacrado, é que você vai esperando a pior coisa do mundo e pode ser surpreendido. Foi o que aconteceu com “Emoji – O Filme”. Depois de um bombardeio de críticas negativas, eu nem sabia qual tipo de roteiro esperar, como a história se desenrolaria. Enfim! Esperei por algo vazio, sem lógica, sem nexo, mal feito. Não é nada disso.

Existe um lugar aonde estão todos os emojis que usamos no dia a dia: Textopolis. Nessa cidade, os emojis moram e trabalham. Cada um tem sua característica única e espera o humano se comunicar através do smartphone para entrar em ação. Quase 100% das pessoas, em algum momento, utilizam as carinhas para expressar seus sentimentos. Contudo, até em Textopolis, existe alguém que não se encaixa, o caso de Gene. Ele, que deveria ser um simples “eh”, aquele emoji que expressa a falta de impressão com algo, é bugado e consegue expressar várias carinhas. Por ter uma condição inaceitável, Gene se une a um emoji de mão, que está abandonado pelo o usuário do celular, e eles vão em busca de um hacker para conseguir uma reprogramação. A aventura acontece por dentro de aplicativos, que usamos no dia a dia.

O filme está longe de ser uma animação da Pixar ou da Disney. Só tem uma grande mensagem, que está apenas no final. Ele aparenta ser um grande comercial dos APPs que são citados, mas que fazem sentido na trama. Então, considera-se um espaço comercial bem utilizado.

As crianças vão se divertir, principalmente as que já têm algum contato com o universo tecnológico. Tem também umas músicas conhecidas na trilha. Apesar de algumas piadinhas sem graça, a animação não deixa de ter a sua diversão e ter suas alfinetadas, bem sutis, ao universo das redes sociais. Não vejo ele como um filme para ser além do que se propôs a ser.

“Emoji – O Filme” estreia hoje, 31 de agosto, e infelizmente já está flopado antes mesmo de chegar aos cinemas brasileiros. Mas se quiser ver a criançada se divertindo, pode ir sem medo. Vale o combo da pipoca, se você já for disposto a não gostar, porque vai distraindo.