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ONDE ESTÁ VOCÊ, JOÃO GILBERTO?


ONDE ESTÁ VOCÊ, JOÃO GILBERTO?



ONDE ESTÁ VOCÊ, JOÃO GILBERTO  tem estreia nos cinemas em 23 de AGOSTO de 2018


Sinopse:

Inspirado no livro “HO-BA-LA-LÁ – À Procura de João Gilberto” do escritor alemão Marc Fischer, Georges Gachot resolve realizar o sonho do autor e seu próprio sonho e desembarca no Rio de Janeiro em busca de João Gilberto. Seguindo os passos de Fischer, ele não mede esforços e entra em contato com diversos amigos e parceiros do músico em sua jornada.

O CANDIDATO HONESTO 2


O CANDIDATO HONESTO 2



O CANDIDATO HONESTO 2 tem estreia nos cinemas em 30 de AGOSTO de 2018


“Sou João Ernesto, filho do Brasil, e mereço uma segunda chance”. É com essa frase de impacto que o político mais sincero do país tenta alavancar sua candidatura em “O Candidato Honesto 2”, que chega aos cinemas em 30 de agosto. No novo longa, Leandro Hassum dá vida novamente a João Ernesto, o personagem que ganhou o coração dos eleitores na corrida presidencial da primeira parte da franquia, mas que foi parar atrás das grades por conta dos crimes que cometeu.

O trailer que acaba de ser lançado e está diponível em https://youtu.be/QKXJI5JJaLg mostra que, depois de cumprir quatro anos de prisão, João resolveu levar uma vida comum, fora dos holofotes da política. No entanto, ele é convencido a se candidatar mais uma vez à presidência da República, em meio a uma grande crise no Brasil e agora garante que tudo será diferente: está disposto a promover uma reforma política no país.

João só não contava que os problemas agora seriam outros. Ele vai acabar se envolvendo em novos escândalos, além de ser perseguido e dominado pelo seu vice, Ivan Pires. E, para completar, não vai conseguir controlar seu jeito super sincero, que o colocou em maus lençóis no passado. Depois do sucesso do primeiro longa-metragem, com 2,3 milhões de ingressos vendidos, a franquia chega às telonas com direção de Roberto Santucci e roteiro de Paulo Cursino. No elenco estão nomes como Flávia Garrafa, Rosanne Mulholland, Victor Leal, Cassio Pandolfh, Mila Ribeiro, Anderson Müller, Paulinho Serra, Maria Padilha. A produção é da Camisa Listrada, em coprodução com Paramount Pictures, Panorama Filmes e Telecine. A distribuição é da Downtown Filmes/Paris Filmes.

Sinopse 
Depois de ter confessado todos os crimes, João foi condenado a 400 anos de cadeia, mas cumpriu apenas quatro. Apesar de não querer mais saber de política, ele é convencido a se candidatar mais uma vez à presidência da República. O povo o adora! Afinal, é um político que não mente. Um ano se passa, o Brasil está em meio a uma grande crise, o governo de João Ernesto é uma lástima e o país está quebrado. Sob influência do vice, João vai se meter em confusões que podem lhe custar um impeachment. Ou seria um golpe? Só o futuro dirá.

O Doutrinador


Trailer oficial de 'O Doutrinador' revela toda a fúria do anti-herói que caça corruptos

COM DIREÇÃO DE GUSTAVO BONAFÉ E CODIREÇÃO DE FÁBIO MENDONÇA, LONGA TRAZ KIKO PISSOLATO COMO PERSONAGEM-TÍTULO

Longa brasileiro inspirado na HQ, “O Doutrinador” acaba de ganhar trailer oficial disponível em https://youtu.be/nhKiJVuC3rgO público poderá conferir cenas do personagem-título em ação, combatendo seus principais inimigos: políticos e empresários corruptos. KikoPissolato vive o protagonista Miguel, um agente federal que conhece de perto as engrenagens do sistema e, ao sofrer uma tragédia pessoal, se torna um vigilante e decide combater a corrupção de forma atormentada e implacável: eliminando os corruptos. O filme estreia no dia 20 de setembro. 


Personagem criado pelo quadrinista Luciano Cunha, O Doutrinador ganhou repercussão nas redes sociais com a premissa de ser um agente das forças especiais determinado a dar um fim na corrupção caçando corruptos de todas as matizes ideológicas. Depois de ganhar o mundo, com resenhas em vários países como EUA, Inglaterra e Argentina e com três edições impressas esgotadas no Brasil, o quadrinho, além de filme, vai virar também série. Sob a direção de Gustavo Bonafé (“Legalize Já” e “Chocante”) e codireção de Fabio Mendonça (“A Noite da Virada”), chega aos cinemas com nomes no elenco como Eduardo Moscovis, Marília Gabriela, Helena Ranaldi , Tainá Medina,  Carlos Betão , Samuel de Assis e Tuca Andrada. Já a série, que será exibida no canal Space, tem direção geral de Bonafé, enquanto Mendonça dirige alguns episódios.  O filme e a série foram criados pelo próprio Luciano Cunha e Gabriel Wainer, que também assinam o roteiro ao lado de Mirna Nogueira, LG Bayão, Guilherme Siman, Rodrigo Lage e Denis Nielsen. A produção é da Paris Entretenimento e a distribuição da Downtown/Paris Filmes.


Sinopse
“O Doutrinador” é um anti-herói no melhor estilo dos vigilantes dos quadrinhos. O Doutrinador é Miguel, um agente federal altamente treinado que vive num Brasil cujo governo foi sequestrado por uma quadrilha de políticos e empresários. Uma tragédia pessoal o leva a eleger a corrupção endêmica brasileira como sua maior inimiga. E ele começa a se vingar da elite política brasileira em pleno período de eleições presidenciais, numa cruzada sem volta contra a corrupção.

Como É Cruel Viver Assim


COMO É CRUEL VIVER ASSIM

“Produzido por Mariza Leão e Erica Iootty, ‘Como É Cruel Viver Assim’ é uma comédia dramática com uma narrativa ácida, que mistura drama e humor. Quatro fracassados, interpretados por Marcelo Valle, Fabiula Nascimento, Silvio Guindane e Debora Lamm, decidem fazer algo importante e armam um plano absurdo: sequestrar um milionário. Mas eles não têm nenhuma experiência com crimes nem noção do que essa operação pode envolver.” 

Esse parágrafo já definiria o filme. Mas, vai além, considerando cada personagem com suas particularidades, personalidades e um sonho comum: ser alguém, sair do anonimato, ser notado, ser importante, “existir”, não ser transparente aos olhos dos outros, que é o propósito de todos e o start do “plano absurdo”. Contudo, até para ser criminoso tem que ter competência. E planejar o sequestro mexe com o ego de cada um despertando vulnerabilidades, vaidades, limites psicológicos...

Um filme adaptado, baseado na peça de teatro homônima escrita por Fernando Ceylão, nos anos 90, produzida e protagonizada por Marcelo Valle, que traz retratos do presente como se tivesse sido escrito para representar a atualidade; inclusive sobre a agressão à mulher e consequências.

Podemos observar, claramente, a fragilidade do ser humano escondida por trás de uma capa invisível, de onde ele se fantasia de forte, para continuar sobrevivendo em um mundo individual, com momentos de glórias fakes, que servem de combustível, a fim de que ele continue buscando ser notado, seja por quem for. É a realidade de quem vive à margem da sociedade, apresentada na tela do cinema.

Entre tantos personagens inseguros, “transparentes”, encontramos Clívia, que, com certeza, é diferente e precisa de muito pouco para se realizar.



Direção, Produção, Roteiro, Fotografia, Figurino, Maquiagem, 
Som direto... perfeitos. O cinema nacional conquistou seu espaço.  






SINOPSE

Solitários, frustrados e incapazes de realizar qualquer coisa que dê sentido às suas vidas, Vladimir, Clivia, Regina e Primo armam um plano absurdo: sequestrar um milionário. Mas não têm nenhuma experiência com crimes nem noção do que essa operação pode envolver. Enquanto tomam as providências práticas, revelam-se seus medos e ambições. Com Marcelo Valle, Fabiula Nascimento, Silvio Guindane, Debora Lamm, Paulo Miklos, Otavio Augusto e Milhem Cortaz.



SERVIÇO
Data de lançamento: 16 de agosto de 2018 (1h 47min)
Direção: Julia Rezende
Elenco: Marcelo ValleFabiula NascimentoDébora Lamm, Silvio Guindane, Paulo Miklos, Otavio Augusto, Milhem Cortaz e Zezeh Barbosa
Nacionalidade: Brasil
Distribuidor: H2O Films
Não recomendado para menores de 12 anos


FICHA TÉCNICA
Direção – Julia Rezende
Produção – Mariza Leão e Erica Iootty
Roteiro – Fernando Ceylão
Fotografia – Dante Belluti
Direção de Arte – Margherita Pennacchi
Figurino – Mel Akerman
Maquiagem – Martin Macias
Som direto – Felipe Machado
Montagem – Maria Rezende
Produção executiva – Camila Medina

Crítica por Ana Paula Berenguer Icó

Coletiva de Imprensa com Kéfera Buchmann - Gosto Se Discute


Coletiva de Imprensa com Kéfera Buchmann - Gosto Se Discute

O novo filme do diretor e roteirista André Pellenz (Minha Mãe É Uma Peça – O Filme) tem mistura forte de tempero: o veterano Cássio Gabus Mendes e a YouTuber Kéfera Buchmann. Para divulgar “Gosto Se Discute”, Kéfera participou na segunda-feira (06/11) de uma coletiva com a imprensa baiana, esbanjado muita simpatia e bom humor.

Aos 24 anos, Kéfera conseguiu alcançar a fama e sucesso através do seu canal do YouTube “5incominutos”. Com mais de 10 milhões de inscritos, a curitibana, que já trabalhou em peças teatrais, lançou três livros e, mais de uma vez, conseguiu aparecer na lista dos mais vendidos. Mas se engana quem acha que esse é o primeiro longa dela. Em 2016, Kéfera estrelou o filme “É Fada!” ao lado da atriz Klara Castanho. E antes desse, trabalhou em “O Amor de Catarina”, um longa independente. A diferença é que em “Gosto Se Discute” a atriz tem a chance de mostrar ao público que também sabe fazer coisa séria, já que seu lado cômico é o mais familiar.

Ainda iniciando no cinema, ela falou das diferenças entre fazer seus próprios vídeos e ser orientada nos bastidores. Ela mesma cuidava das gravações e edições para o seu canal. Ter uma equipe, alguém coordenando é estranho, mas a atriz deve estar se acostumando, pois já vai iniciar as gravações para um próximo longa, aonde poderemos conhecer mais um dos seus inúmeros talentos. No novo projeto, Kéfera soltará a voz.  Pois é! Além disso, nesse novo filme será abordado temas como amizade e bullying. Quem acompanha Kéfera, sabe que ela passou por isso na adolescência. Quando a perguntei sobre, ela respondeu que aprendeu a não se importar, que geralmente quem pratica o bullying ou age nas redes sociais com maldade, o famoso hater, tem algum problema maior por trás. (Confira no vídeo abaixo.)

 
“Gosto se Discute” traz a história de Augusto (Cássio Gabus Mendes), chef conhecido pela alta sociedade, mas que perde sua clientela para o foodtruck do seu rival Patrick (Gabriel Godoy), em frente ao seu restaurante. Para ajudar o chef a reconquistar os clientes perdidos, o banco envia a rigorosa Cristina (Kéfera). Só que com todo o estresse, Augusto acaba perdendo o paladar. 


Com direito a cena de sexo, que a deixou nervosa, ela brincou dizendo que estava a perdendo a virgindade no cinema na frente de todo o Brasil, o longa estreia hoje, dia 9 de novembro. O filme de André Pellenz marca uma nova trajetória na carreira de Kéfera, que tem um longo caminho a percorrer e muito aprendizado pela frente, mas que se dedica e merece o reconhecimento do público. A atriz convidou a todos e pediu que vão ao cinema, especialmente, na primeira semana da estreia, já que é a mais importante para o lançamento do filme.

Separa um tempinho para ir ao cinema, pega a pipoca e se joga!

Dona Flor e Seus Dois Maridos


Dona Flor e Seus Dois Maridos

Jorge Amado é um dos escritores brasileiros mais traduzidos de todos os tempos e, mesmo assim, não temos noção da grandiosidade desse gênio baiano. Em 1966, o romance “Dona Flor e Seus Dois Maridos” foi publicado. De lá para cá, a história da moça que dá aulas de culinária na sua escola “Sabor e Arte”, já ganhou uma adaptação cinematográfica em 1976, dirigida e roteirizada por Bruno Barreto, estrelada por Sonia Braga no papel principal, José Wilker como Vadinho e Mauro Mendonça como Teodoro. Essa versão foi recordista de público no cinema brasileiro, sendo ultrapassa apenas em 2010, 34 anos depois, por “Tropa de Elite”. O marco foi de 10 milhões de espectadores. Pense! Em 1998, virou minissérie na Rede Globo com Giulia Gam, Edson Celulari e Marco Nanini. 10 anos depois, o diretor Pedro Vasconcelos levou Flor para os teatros e agora, presenteia o público levando sua versão para os cinemas.

Estamos no século XXI e a palavra “censura” está quase todos os dias presente nos noticiários. As pessoas ainda não lidam bem com nudez, sexo e empoderamento feminino. Resiste uma sociedade conservadora e machista, que sabemos estar distante do pensamento, ao falarmos em “Brasil”. Se em novembro de 1937, a Ditadura Vargas queimou 1.640 livros de Jorge Amado, em 2017 temos boicotes a museus e emissoras, por conta do seu conteúdo. E como trazer de volta para o público um autor explícito em sua linguagem? A impressão é de que Jorge sempre esteve à frente do seu tempo, e do nosso. Pedro Vasconcelos, que vem de um sucesso recente da TV, “A Força do Querer”, novela de Glória Perez que levou temas polêmicos para dentro dos lares brasileiros (transexualidade, tráfico, vício), diz que não há problema e completa dizendo que debate é importante numa sociedade democrática. Dessa forma, podemos ver as caras repressoras, para que não se trabalhe dentro de uma censura velada, mas que existe.

Juliana Paes comentou sobre o fato de ser a história de uma mulher com dois maridos, apontou para o empoderamento feminino e disse como o filme é importante para o momento. É verdade! Com a mulher conquistando, a cada dia, o seu espaço, exemplos femininos são sempre oportunos e bem-vindos. E é fantástico como Jorge, há tempos, já colocava a mulher numa posição independente e dona de si. É a segunda vez que a atriz dá vida à uma personagem do escritor, que já foi vivida por Sônia Braga. Ao ser questionada sobre o fato, Juliana diz que quando interpretou Gabriela, fez um a homenagem à Sônia, mas que ao dar vida à Dona Flor se sentiu mais próxima da personagem, porque se identifica com o jeito da mesma. Não é à toa que Juliana está brilhante. Para quem tem “Bibi Perigosa” em mente, pode esquecer. No filme vemos outra pessoa; a Flor de Jorge.

Como passa a maior parte do tempo nu, Marcelo Faria contou que não tem problema com isso. Para ele é o personagem, então não há desconforto ali, nem nas cenas de sexo. Facilita o fato de haver uma união na equipe e de ser amigo de Juliana, de quem foi padrinho no casamento. Há bastante química entre ele, ela e Leandro Hassum. Esse último, dando vida a um personagem sério. Para quem está acostumado a ver Hassum em comédias, pode haver estranhamento no primeiro instante com a personalidade mais fechada de Teodoro, o segundo marido de Flor. Mas o carisma do ator ajuda; e mesmo nas cenas mais sérias, não tem como segurar a risada. 
No filme, Dona Flor (Juliana Paes) fica viúva de Vadinho (Marcelo Faria), um malandro vadio, que adora mulheres, jogar, beber e vive às custas da esposa. Em plena festa, Vadinho acaba partindo para outra, após morrer repentinamente. Flor fica de luto, mas segue a vida e casa-se com Teodoro (Leandro Hassum), que é o oposto do falecido. Apesar de muito amor pela esposa, falta paixão e fogo ao farmacêutico. Com uma vida aparentemente perfeita, Flor se sente cada vez mais infeliz e chama por Vadinho, que lhe aparece em espírito. A professora de culinária se vê dividida entre o amor de dois homens e acredita que precisa se livrar do falecido apesar de não conseguir de forma alguma.

O filme está incrível! Mais fiel à obra de Jorge, principalmente no que diz respeito à cronologia do livro, o trabalho de Pedro Vasconcelos, que além de dirigir escreveu o roteiro, é impecável. A Salvador da década de 40 está muito bem representada em seu cenário e figurino, além de uma fotografia belíssima (obra de Luciano Xavier, que trabalhou com Pedro em “A Força do Querer”). O sotaque baiano está perdoável, já que não ficou exagerado como costuma ser. Outro ponto fortíssimo é a trilha sonora marcante. A composição e mixagem de Rodolpho Rebuzzi e Marcelo Arruda dão o tom certo ao filme. E quando toca Bethânia... Pedro disse que pensou que a cantora seria a voz certa dos sentimentos de Flor, somada à sua força e delicadeza. É de arrepiar, quando Maria Bethânia começa a cantar “É o Amor” e “Gostoso Demais”.

Incomparável à sua versão anterior, “Dona Flor e Seus Dois Maridos” ganha um olhar novo, que merece ser visto e apreciado, porque é mais um filme para engrandecer o cinema nacional. Ninguém tem a pretensão de ser melhor do que Bruno Barreto, Sônia Braga, José Wilker ou Mauro Mendonça, não é um remake. É uma nova roupa de um dos clássicos que andava empoeirado na estante e foi trazido de volta para que o brasileiro não esqueça dos tesouros que sua terra tem. Um filme de amor, mas que tem diversas mensagens para serem aproveitadas, incluindo a apreciação à literatura nacional. Gostoso de assistir, gostoso de ler e gostoso de aprender. “Dona Flor e Seus Dois Maridos” é IMPERDÍVEL!


 Entrevista com Pedro Vasconcelos e Marcelo Faria:



Coletiva de Imprensa: