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SHOPPING CIDADE SÃO PAULO PROMOVE 1ª EDIÇÃO DO EVENTO INFANTIL “ERA UMA VEZ NO CIDADE”


SHOPPING CIDADE SÃO PAULO PROMOVE 1ª EDIÇÃO DO EVENTO INFANTIL “ERA UMA VEZ NO CIDADE”

Gratuita e sempre nos finais de semana, temporada de atrações começa no próximo dia 25 e vai até setembro, com grandes clássicos e apresentações musicais
Cada vez mais conectado com o ambiente cultural e divertido da Avenida Paulista, o Shopping Cidade São Paulo estreia no próximo sábado 25 o “Era Uma Vez no Cidade”, série de contação de histórias dirigidas especialmente ao público infantil.
Programada para os finais de semana de agosto e setembro, a temporada inclui adaptações de grandes clássicos da literatura infantil, além de apresentações musicais. Aos sábados e domingos, as famílias poderão se divertir com duas sessões diárias, às 11 e 15 horas, dentro da “Arena da Diversão e Descompressão”, no 4º piso.
A abertura da temporada (sábado 25, 11 horas) terá como destaque a peça “Chapeuzinho Vermelho”. No mesmo dia, às 15 horas, será a vez do clássico “Mágico de Oz”. No domingo 26, a diversão ficará por conta da cantora e compositora Lucila Novaes. Com o espetáculo “Pra Criançada”, a artista levará ao palco um repertório lúdico e encantador, com uso de bonecos e muitas imagens. As sessões serão às 11 e 15 horas.
Todas as apresentações do evento infantil “Era Uma Vez no Cidade” têm classificação livre e são abertas gratuitamente ao público.
Considerado um dos mais modernos e completos centros de compras e de lazer da região da Avenida Paulista, o Shopping Cidade São Paulo é administrado pela CCP (Cyrela Commercial Properties). Inaugurado em 2015, oferece mais de 160 lojas, dos mais variados segmentos de produtos e serviços. Está localizado na Avenida Paulista, 1230, próximo da estação Trianon-Masp do metrô, e com acesso de veículos pela Rua São Carlos do Pinhal, 627. Mais informações: (11) 3595-1230 ou nos canais digitais:

A Estrela de Belém




A Estrela de Belém

Existem diversas formas de se contar uma história e essa é uma das histórias mais conhecidas do mundo, apesar de existirem diferentes religiões. O nascimento e trajetória de Jesus já foram adaptados diversas vezes para o cinema, contados em livros, retratados em quadros de diversos artistas... Apesar de todas as controvérsias bíblicas, há quem acredite fervorosamente no que está escrito ali, há aqueles que acreditam em Deus, apesar de não concordarem com o que está no Livro Sagrado e há os que não acreditam em nada. No entanto, certamente, todos eles sabem contar, ao seu modo, a história do menino que nasceu com a promessa de ajudar e acabou por ser crucificado.

Sob a direção de Timothy Reckart e roteiro de Simon Moore (Rápida e Mortal), essa versão do nascimento do filho de Deus é contada do ponto de vista de Bo, um burrinho extremamente simpático, que acompanha o casal Maria e José, na viagem de Nazaré até Belém. As situações vividas por Bo e seu melhor amigo, Davi, um pombo, são engraçadas, principalmente no início, quando Bo é apresentado e é retratado o modo como ele vai parar na casa de Maria. Maria é uma personagem adorável, repleta de doçura, como se espera. José também é adorável, mas ele implica, a princípio, com o bicho. As atrapalhadas dos dois servem para boas risadas.

A Sony Pictures Animation leva para o público os três Reis Magos numa aventura junto aos seus camelos, vários bichos fofinhos e falantes, um vilão bem malvado e protagonistas que não são heróis, mas são queridos pelo público por suas personalidades bondosas, “A Estrela de Belém” é um desenho fofo, fácil e divertido, que vai conquistar muito mais as crianças do que os pais. A esperada história de todo fim de ano, chega aos cinemas de uma forma lúdica que, apesar de não ser grandiosa, é criativa ao contar para uma nova geração de crianças a velha (e linda) história do Natal, reforçando valores que nunca envelhecem, apesar de serem esquecidos frequentemente: amizade, perdão e, principalmente, amor.

“A Estrela de Belém” estreia amanhã, quinta-feira (30/11) e é uma escolha doce para um fim de semana em família. Vale o passeio com as crianças nesse fim de ano e a oportunidade apertar os laços familiares com a diversão que a sétima arte propõe.

As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme


As Aventuras do Capitão Cueca – O Filme

Trá-lá-lááá!!!!!!!!!!! Acho que isso nunca mais vai sair da minha cabeça, mas não faz mal. Eu não conhecia as histórias do Capitão Cueca, só sabia que existia por ver as capas dos livros, então esse foi o nosso primeiro contato de verdade. O filme do super-herói, que só usa um cuecão e uma capa, me fez dar boas risadas.

Jorge e Haroldo são amigos desde muito pequenos e são aqueles garotos pestinhas, que aprontam de tudo na escola para enlouquecer os professores e diretor. O diretor Krupp é um daqueles caras bem amargurados, principalmente por não conseguir pegar os meninos no flagra para puni-los. A escola parece uma prisão. Professores entediantes, aulas maçantes e trabalhos para o fim de semana. É, literalmente, uma tortura para esses alunos frequentarem o local de ensino, que mais parece um campo de concentração.

Fora do horário das aulas, Jorge e Haroldo se encontram na casa da árvore e se divertem por lá. Uma das atividades deles, é o gibi do Capitão Cueca. Um escreve as histórias e o outro faz as ilustrações. Mas o diretor Krupp não suporta o gibi dos meninos e todas as vezes que eles o levam para a escola, o mal encarado apreende o material. Numa das confusões, para evitar que sejam separados de sala, eles hipnotizam o diretor e o transformam no Capitão Cueca real.

Sob a direção de David Soren e roteiro de Nicholas Stoller, o filme do Capitão Cueca é divertido, prende a atenção do espectador e fará as crianças e pais darem risadas com situações malucas criadas por dois meninos cheios de química e amizade verdadeira, além de deixar os adultos que foram bem levados, na época da escola, com uma certa saudade das peripécias que aprontavam.

“As Aventuras do Capitão Cueca” estreia hoje, dia 12 de outubro e é perfeito para comemorar o Dia das Crianças, levando os pequenos para o cinema e depois fazendo uma farra gastronômica em algum fast food ou pizzaria.

Pica-Pau - O Filme


Pica-Pau: O Filme

Um dos passarinhos mais danados e queridos do público, chega aos cinemas em live-action, com atores reais, para uma aventura na floresta onde vive. Pica-Pau precisará lidar com um casal, que quer colocar em prática um projeto para construir uma casa próxima ao lugar aonde ele vive, e que pode causar sérios danos ao ambiente. Além deles, tem uma dupla de caçadores, que quer pegar Pica-Pau de qualquer jeito para vende-lo no mercado negro e arrecadar milhões, já que o bichinho é raro e está em extinção.

Com roteiro de William Robertson e Alex Zamm, esse último é, também, o diretor do longa, “Pica-Pau: O Filme” tem aventura e momentos engraçados, principalmente quando ele apronta suas travessuras, mas não se compara ao desenho que conquistou tantos fãs aqui no Brasil. A sensação é de que é uma narrativa voltada exclusivamente para os pequenos. Não dá para matar a saudade do personagem, mas dá para inseri-lo no universo das crianças que, infelizmente, não tiveram a sorte de pegar o bom e velho Pica-Pau.

A interação dele com Tommy (Graham Verchere), filho do homem que quer construir a tal da casa, Lance Walters (Timothy Omundson), é divertida, mas os melhores momentos são quando ele apronta com o casal. A mulher, por sinal, é a “atriz” brasileira Thaila Ayala, que “interpreta” uma personagem bem chata. Até que o papel lhe coube bem, sendo que a sua participação não é duradoura. Inclusive, li que ela foi escalada para o filme porque Pica-Pau tem grande popularidade no Brasil. Será que houve alguma pesquisa para saber quem o povo brasileiro indicaria?

Pica-Pau diverte, apesar de extremamente bobo, mas não faz jus ao personagem, que merecia muito mais. A criançada irá se divertir, porque tem aquele humor que elas gostam de coisas caindo na cabeça, atrapalhadas e afins. Uma pena, porque o personagem tinha tudo para ser revivido com maestria e ficar no mesmo nível dos filmes dos outros estúdios. Talvez, numa próxima.

“Pica-Pau: O Filme” estreia hoje, dia 05 de outubro e vale a pena só para levar os pequenos. Não é o tipo de desenho que um adulto vai gostar de ir assistir sem um propósito.

Palavra Cantada - Bafafá


BAFAFÁ

O novo show da Palavra Cantada terá estreia nacional em  Salvador

A Concha Acústica do Teatro Castro Alves, será palco da estreia nacional de BAFAFÁ, o novo show da Palavra Cantada - que traz um mix das novidades musicais e antigos sucessos da dupla Sandra Peres e Paulo Tatit. O evento será realizado no dia 1º de outubro, a partir das 17 horas e contará com a abertura do grupo local PUMM – Por um Mundo Melhor, pelo projeto Janela Baiana. Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos na bilheteria do TCA, no SAC dos Shoppings Barra e Bela Vista e na plataforma on line Ingresso Rápido. A arquibancada custa R$ 80,00 e o camarote R$ 160,00 – valor de inteira do primeiro lote. No segundo lote, o público vai pagar R$ 100,00 (arquibancada) e R$ 200,00 (camarote). O show é uma realização da Gabiroba Cultural e da Trevo Produções.

SOBRE BAFAFÁ
Preparar um novo trabalho é sempre um dilema para Sandra Peres e Paulo Tatit. Com 23 anos dedicados ao universo infantil e vários sucessos emplacados nesta trajetória, a dupla se vê em apuros quando inicia um novo projeto. Isso porque o público quer as velhas canções e os artistas querem mostrar suas novas produções.  Assim surgiu BAFAFÁ, com a proposta de mostrar as duas faces: as novas canções, muitas delas bombadas no Youtube, e as canções de sucesso.

Dentre as novidades, o público poderá ouvir “Cuida Com Cuidado”, canção que coloca o filhote do Homem como o mais carente de cuidados entre todos os seres do mundo; “Passeio do Bebê”, continuação do já sucesso “Eu Sou Um Bebezinho”; “Tartaruga e Lobo”, canção-fábula entre a esperta tartaruga e o lobo não tão esperto; “Alienígenas”, canção em que Pauleco e Sandreca recebem a visita de ETs; “Vai e Vem das Estações”, uma linda música sobre as estações do ano, e ainda o “Sambinha da Fralda Molhada”, música feita sob encomenda de uma mãe através do canal Youtube. E para agradar os papais e as mamães que querem ver e ouvir a dupla cantando os antigos sucessos, serão apresentados dois pout pourri para fazer a plateia sacolejar para valer! Vai ser o maior BAFAFÁ!


PALAVRA CANTADA:
Paulo Tatit: violão e voz
Sandra Peres: teclado e voz

MÚSICOS:
Daniel Ayres: contra baixo
Julia Pittier: percussão e voz
Michele Abu: Bateria

Sandra Peres – Musicista formada pela Faculdade de Música do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Fez o curso de Análise de Composição Contemporânea no IRCAM, em Paris.

Paulo Tatit – Arquiteto de formação e músico autodidata, participou como principal arranjador do Grupo Rumo, destaque da vanguarda musical paulistana na década de 1980. Trabalhou como músico e parceiro do compositor Arnaldo Antunes nos anos 1990.

PALAVRA CANTADA em NÚMEROS
·         220 Milhões de visualizações em seu canal de YouTube
·         260 mil inscrições em seu canal de YouTube
·         1,5 milhão de fãs no Facebook
·         150 mil seguidores no Instagram
·         5 milhões de CDs vendidos em toda a carreira
·         1 Milhão de DVDs vendidos em toda a carreira
·         2 milhões de kits educacionais Brincadeiras Musicais (livro do professor+CD+DVD)
·         50 shows em média por ano em todo país.
·         1,4 milhão de pessoas já assistiram ao show da Palavra Cantada em todo o Brasil.
·         A Palavra Cantada já recebeu 10 prêmios da Musica Brasileira pelos seus discos e DVDs.

LINKS
youtube.com/palavracantada
facebook.com/palavracantada
instagram.com/palavracantada



SERVIÇO

PALAVRA CANTADA – Sandra Peres e Paulo Tatit
Data: 1º de outubro (domingo)
Horário: 17 horas
Show de Abertura: PUMM – Por Um Mundo Melhor
Horário: 17 horas
Classificação: Livre
Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves

Ingressos Primeiro Lote: R$ 80,00 arquibancada / R$ 160,00 camarote – inteira

Ingressos Segundo Lote: R$ 100,00 arquibancada / R$ 200,00 camarote - inteira
Vendas: Bilheteria do TCA, SAC dos Shoppings Barra e Bela Vista e Ingresso Rápido: www.ingressorapido.com.br
Realização: Gabiroba Cultural e Trevo Produções

Uma Família Feliz


Uma Família Feliz

Uma mãe querendo unir a família, um pai que só trabalha, uma filha adolescente que não está no clima e um filho pequeno tipicamente nerd, que abusa de um vocabulário rebuscado, só quer saber de estudar e é vítima de bullying na escola. Esse é o cenário de muitas famílias e a premissa para a nova animação da Paris Filmes.

Emma Wishbone (Juliana Paes) tenta encontrar uma fantasia e acaba, sem querer, entrando em contato com Drácula, que se encanta pela mulher e faz um “trato” com a bruxa Baba Yaga. Na ida para a tal festa, a família é surpreendida e a bruxa acaba por transformar todos em monstros. Cada um vira a realidade da fantasia que está usando: Emma se torna uma vampira, o marido uma versão bem abestalhada de Frankenstein, a filha uma múmia e o filho um lobisomem. A partir daí, os Wishbones precisam reencontrar a bruxa, acertar as contas com Drácula, salvar o mundo e entender o significado de “família”.

O filme é bem infantil, sem maiores mensagens para os pais. Um tema familiar clichê, mas que funciona. E apesar de vários furos no roteiro, a animação em si é bem feita, tem um ritmo legal, que flui. Com certeza as crianças vão se divertir. Os pais também poderão aproveitar o momento, mas não se pode esperar uma animação com a mesma profundidade de conteúdo da Pixar ou Disney.

Aqui no Brasil, a dublagem de Emma ficou por conta da atriz Juliana Paes. Casou perfeitamente com o papel. Juliana já tem um carisma gigante e no papel da mãe que luta por sua família, a atriz consegue encantar mais ainda.

De música, no fim do filme, toca “Happy”, de Pharrell Williams. Não entendi muito bem o motivo para usarem a música que, também, toca em “Meu Malvado Favorito”. Será que as animações estão ganhando uma canção padrão? Espero que não.

“Uma Família Feliz” estreia hoje, 17 de agosto e a criançada vai se amarrar na família de monstrinhos simpáticos. Vale a pena pela diversão da garotada!

Uma Família Feliz



Emma, a mãe da família Wishbone, está tentando de todas as formas salvar a relação com seus familiares, que não é nada amigável. Já que nenhum deles se dá muito bem e a paz e tranquilidade são quase impossíveis, ela planeja uma noite de diversão fora de casa. Mas a confusão começa quando, inesperadamente, uma bruxa os transforma em monstros.

Estreia 17/08/17

Assista agora o trailer dublado: 


Meu Malvado Favorito 3


Meu Malvado Favorito 3

Os Minions estão de volta e eu não poderia estar mais feliz. Depois do filme solo contando a origem dos amarelinhos, eles retornam às telonas ao lado do ex-super vilão Gru e suas três filhas adotadas, entre elas, a fofinha Agnes (quem resiste a essa criança apaixonada por unicórnios?).

Após desistir de sua carreira de vilão, Gru abraça o seu lado paternal e continua ao lado de Lucy, sua esposa, na Liga Anti-Vilões. Após a tentativa frustrada de capturar Balthazar Bratt, ex-ator de Hollywood dos anos 80, que após alcançar a fama caiu no ostracismo, por isso decidiu se vingar de todos, eles são demitidos e ficam desempregados. Os Minions ficam decepcionados e tudo parece dar errado para o casal, que tenta se manter positivo. É quando Gru recebe uma carta de Dru, seu irmão gêmeo. Até então, Gru não fazia ideia da existência do parente e se dispõe a conhece-lo e descobrir mais sobre sua família. Com ajuda de Dru, Gru bola um plano e vai atrás de Balthazar, que tem um plano maior ainda.

Além da descoberta de uma família maior, a relação de Gru com as garotas é sempre bom de se ver, porque ele perde toda a pose de rabugento e mostra o grande coração que tem. Nesse terceiro filme, é interessante também ver Lucy tentando incorporar o papel de mãe, mas sem saber direito como se comportar. São pequenos detalhes que compõe o roteiro e deixam o filme ainda mais adorável.

A fórmula do filme é a mesma dos anteriores: uma história simples, mas que rouba atenção de quem está na sala de cinema. Com muito humor e cenas de ação, “Meu Malvado Favorito 3” com certeza chamará a atenção dos pais e crianças, também, pela sua trilha sonora maravilhosa. Com A-Ha, Madonna, Dire Straits, Michael Jackson e outros, a seleção de músicas do vilão Balthazar Bratt vai fazer com que os mais velhos cantem os grandes sucessos dos anos 80.

Um dos pontos altos do filme é a figura do vilão. Com direito a mullet, blazer roxo com ombreiras e um bigode maroto, Baltazhar é capaz de deixar os maiores vilões do cinema com inveja. Sem dúvidas, um dos melhores rivais que Gru já teve na franquia. A dublagem de Leandro Hassum como Gru / Dru e de Evandro Mesquita como Balthazar ajudam a compor a personalidade dos personagens. Maria Clara Gueiros como Lucy também está maravilhosa.

Sobre os Minions, qualquer palavra é dispensável. Eles continuam atrapalhados, engraçados e com um dialeto que arranca risada até dos mais resistentes. E suas bundinhas amarelas são lindas demais. Confesso que sou totalmente apaixonada por essas criaturas, então não sou nada parcial na hora de falar deles. A Illumination Entertainmet acertou, mais uma vez, ao fazer um filme com os personagens. Em 2020, teremos o segundo filme solo dos Minions. Já está na minha lista de mais aguardado para aquele ano.

“Meu Malvado Favorito 3” acaba com a promessa de ter mais uma continuação. Se seguir esse ritmo, ainda há muito para lucrar com Gru e os Minions. No entanto, será preciso renovar o roteiro para não cair no eterno “mais do mesmo” e acabar deixando o público sem expectativa.

Estreando hoje, 29 de junho, “Meu Malvado Favorito 3” é uma excelente opção para a família no cinema. Vale o combo da pipoca, do refri, do chocolate e vale levar a criançada para o fast food que está dando de brinde miniaturas dos personagens do filme. SENSACIONAL!

Os Smurfs e a Vila Perdida


Os Smurfs e a Vila Perdida

Falar dos Smurfs é falar de diversão. Sempre que esses pequenos seres azul aparecem, a gente sabe que a aventura está garantida. 

No novo filme das criaturinhas, o foco maior é o papel da Smurfette naquele reino. Cada Smurf exerce uma função para que sua sociedade funcione: tem o Gênio, o Desastrado, o Robusto e muitos outros. Mas e a Smurfette? Ela foi criada por Gargamel para ajudá-lo a capturar os Smurfs, mas com a ajuda da magia de Papai Smurf, ela se transformou. 

A crise de identidade da única menina do grupo, faz com que ela saia em uma jornada para descobrir quem ela é. Em uma de suas voltas pela floresta, ela encontra uma criatura estranha, que desperta sua curiosidade. Como essa criatura passa para o lado proibido pelo Papai Smurf, a Smurfette vai arranjar muita confusão com ajuda de seus amigos. 

Entre fugas para se livrar de Gargamel, o gato Cruel e seu pássaro, o filme tem muita aventura, risada e uma mensagem fácil de ser entendida pelo seu público-alvo: Smurfette não precisa ser definida para ser amada, ela pode ser quem ela quiser e, ainda sim, ser completamente especial. A cena do rio, também, traz uma mensagem bem bonita. Vale a pena ficar atento. 

Uma trama leve, que agrada fácil as crianças. O 3D vale a pena, já que os cenários são construídos de forma tão colorida e animada. A ação não para! A capacidade que os Smurfs têm para se meter em confusão é única. Ainda bem! Você só vai conseguir relaxar quando o filme termina, o que é ótimo, porque o sono passa longe. 

Excelente oportunidade para levar a criançada ao cinema e se divertir junto!

"Os Smurfs e a Vila Perdida" estreia hoje, 06 de abril, e vale a pipoca, o refrigerante, o lanche que tem brinde, as duas horas na loja de brinquedo, a gargalhada das crianças, a diversão dos pais e o momento família no shopping. 

PS: Na versão dublada temos Ivete Sangalo dublando uma personagem. Vale a pena conferir!

A Bailarina


A Bailarina

Filmes de animação sempre me dão uma paz imensa. “A Bailarina” não foi diferente. A gente entra no cinema e se apaixona por todos aqueles personagens que são apresentados de maneira pura e encantadora.

Felicie, dublada na versão original pela linda Elle Fanning e na versão dublada pela linda Mel Maia, é uma menina órfã que sonha em ser bailarina. Uma criança apaixonante, cheia de perguntas e pronta para descobrir o mundo com muita determinação. Não desiste fácil e continua na luta. Victor, um garoto engenhoso e fiel à sua amiga, um pouco mais tímido, mas com sua inteligência é capaz de “voar”.  

Com uma criação rígida no orfanato, Felicie e Victor arranjam um jeito de fugir do lar e ir em busca dos seus sonhos. Com uma única chance louca para chegar no seu objetivo, a garotinha assume a identidade de outra garota e se arrisca no Grand Opera.

O que eu mais gosto de animações, além da paz, que citei anteriormente, é o fato de sempre passarem uma mensagem para quem assiste. Principalmente, para as crianças. Às vezes, o que não é explicito, é apresentado de uma maneira tão bonita, implícita na história, que se torna ainda mais encantador.

Em “A Bailarina”, a força de vontade e garra de Felicie e Victor, de irem em busca dos seus sonhos, do que acreditam ser bom para eles é um exemplo. O jeito de mostrar que as dificuldades sempre estarão presentes, mas que podemos superá-las de maneira íntegra e que não há erro que não possa ser corrigido é tão encantador que dá vontade de nem sair do cinema. Pode passar mais duas horas de filme, moço.

A animação não tem muita informação visual, é um filme simples, mas com uma narrativa que segue um ritmo orquestrado com muita competência. A beleza do cenário de uma Paris antiga é de deixar qualquer espectador maravilhado. Simplicidade me atrai sempre.

Sem dúvidas uma excelente escolha para começar as animações de 2017.

“A Bailarina” estreia hoje, 26/01 e eu recomendo à todas crianças e seus pais. Sem dúvidas, vale o “combo família”, dos cinemas.

Cartazes de Sing

Cada personagem ganhou um cartaz com seu nome e seu dublador. Ficaram tão bem feitos, que não poderia deixar passar em branco. 



Uma ressalva para os discos de Meena, com nomes famosos da música, adaptados ao mundo animal. Genial!


Muito estilo esse Johnny, hein?!


Cada um treina quando pode e aonde pode, hein, Meena?! Mas ela arrasa.


Pose de rock star, mas será que é isso mesmo o que Ash quer?


Gunter brilha mais do que qualquer diva do pop. Um ícone!


E para "o cara", que proporcionou toda essa magia não ficar sem créditos, aqui vai uma imagem do simpático coala Buster Moon:


Uma pena ele não ter ganhado um cartaz dele, levando seu belo sorriso e sua gravatinha para o público. 

Trolls


Nova animação da DreamWorks Animation, “Trolls” chega aos cinemas com muita cor viva e muita música boa para entreter as crianças (e seus pais). Um show de fofura em 3D!

“Poppy”, uma princesa troll, dá uma festa com direito a muita música e abraços. Mesmo com avisos de “Tronco”, um troll mau humorado, o som é levado até a última potência e o reino dos trolls acaba sendo descoberto, depois de anos de paz, pelos Berguens.

Os Berguens são o oposto dos bonitinhos trolls; tristes, sem humor, eles só conseguem conhecer a felicidade quando se alimentam das criaturinhas felizes. Então, eles invadem o reino dos pequenos e os leva para a ceia. Ao ter seus amigos sequestrados pelos Berguens, “Poppy” embarca numa aventura com “Tronco”, onde os dois acabam descobrindo que podem se divertir juntos.

Anos depois de o sucesso “O Príncipe do Egito”, a DreamWorks aposta novamente em um musical, que tem a receita fechada para ser a animação mais querida, do momento, pelas crianças. O festival de cores e ritmos não deixam nenhum olhar e ouvido imunes.

Com direção de Mike Mitchell (Shrek) e Walt Dohrn (Bob Sponja), roteiro de Jonathan Aibel e Glenn Berger, os responsáveis por “Kung Fu Panda”, e trilha sonora de Justin Timberlake, “Trolls” promete levar novas músicas chicletes para substituir o grude icônico “Let It Go” e dar um pouco de descanso aos adultos.

Na versão internacional, quem dubla “Tronco” é o próprio Justin, que leva o seu sucesso “Can’t Stop The Feeling” para a animação. Anna Kendrick é a responsável pela voz de “Poppy”. Na versão dublada, “Tronco” é dublado por Hugo Bonemer e “Poppy” por Jullie. Apesar de não ter assistido a versão original, gostei muito da dublagem dos dois. Os atores têm vozes excelentes e cantam muito. Acho que que não ficou devendo nada ao original.

A maioria das músicas ganhou versão nacional, o que é meio irritante, mas relevamos por causa das crianças.

“Trolls” estreia hoje, 27 de outubro, nos cinemas. Leve as crianças e se divirta junto, cantando diversos sucessos que amamos.