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DEZ ANOS APÓS O SUCESSO DO ORIGINAL, UNIVERSAL LANÇA SEQUÊNCIA “MAMMA MIA! LÁ VAMOS NÓS DE NOVO”. ASSISTA AO TRAILER!

DEZ ANOS APÓS O SUCESSO DO ORIGINAL, UNIVERSAL LANÇA SEQUÊNCIA
“MAMMA MIA! LÁ VAMOS NÓS DE NOVO”. ASSISTA AO TRAILER!

Prepare-se para muito mais dança, muito mais risada
e muito mais amor ao som dos hits do ABBA

O elenco original de “Mamma Mia”, musical lançado em 2008 e que arrecadou mais de US$ 600 milhões em todo o mundo, retorna para a sequência mais esperada do ano: “Mamma Mia! Lá vamos nós de novo” (Mamma Mia: Here We Go Again!). Assistir ao trailer, lançado mundialmente hoje:
Junto ao trailer, os fãs também foram presentados com o primeiro cartaz do filme, que mostra o antes e depois dos personagens. A arte também apresenta Lili James, como Donna - interpretada por Meryl Streep no longa original - aos vinte e poucos anos.

“Mamma Mia! Lá vamos nós de novo” nos leva de volta para a mágica ilha grega de Kalokairi. Com trilha sonora dedicada aos sucessos do ABBA não caracterizadas no primeiro filme, o musical é produzido por Judy Craymer e Gary Goetzman e conta com direção de Ol Parker. O longa chega aos cinemas em 19 de julho.

O Bebê de Bridget Jones


Helen Fielding deu um prazer a todos os fãs da jornalista atrapalhada, Bridget Jones. Em 2016, após 15 anos da sua primeira aparição nos cinemas, a personagem voltou às telonas, para a conclusão de sua história.
Bridget Jones entrou na minha vida totalmente pelo acaso. Eu estava em uma antiga livraria, que vendia CDs e DVDs, e vi o CD com a capa do filme. Como sempre fui apaixonada por trilhas, comecei a ouvir aqueles 30 segundos de cada música e me encantei completamente. Na mesma hora pedi à minha vó e ela atendeu ao meu pedido. De tanto ouvir aquele CD, fui procurar saber mais sobre a origem daquela trilha.
Jones é aquela mulher de 30 e poucos anos, que ainda está um pouco perdida. Tem problema com peso, bebida, cigarro e, é claro, com sua vida amorosa. Fala um monte de besteira, e como Mark diz: sofre de “diarreia verbal”, é um pouco estranha, mas é sincera e tem um bom coração. É como eu sempre digo: quando a gente se identifica fica muito mais fácil de gostarmos do que estamos acompanhando. É óbvio que na época eu não tinha, quase, nenhum daqueles problemas; mas dava para sentir como seria o futuro, né?!
A partir dali, providenciei os livros, a outra trilha, o outro filme… fiz uma maratona de Bridget. De lá para cá, ela e Alice Ayres (Natalie Portman em Closer) tornaram-se minhas referências de “mulher”, no cinema. Só para você ter ideia, no meu Instagram pessoal tem escrito na bio “Bridget Jones”. Foi amor à primeira música. Não tem como dar errado.
Em 2013, quando vi que Helen lançaria um livro sobre minha “heroína”, é claro que surtei de felicidade. Mas o livro veio com um choque; algo inaceitável. Uma situação que fez com que muitos fãs se revoltassem e criticassem o livro. Não vou dar spoiler (apesar de ter vários pela internet), mas posso dizer que não fiquei feliz; entretanto, achei fantástico. Em “Louca Pelo Garoto”, Bridget já é mãe e tem uma vida estabilizada. Continua com seus problemas e até consegue uns novos. Mas é ela! O seu carisma, seu jeito de escrever, de viver. Eu jamais poderia falar mal desse livro. Não entendo o que levou a autora a tomar àquele rumo, mas se foi necessário, arco com as consequências de nem sempre ser tudo como eu quero. Afinal, se a vida é assim, por que a arte não seria?
Acho que, por isso, após tanta crítica ao livro, Helen resolveu amenizar as coisas. O terceiro filme da personagem é baseado na coluna da autora, para o jornal “The Independent”, de 2005; não em um livro. O que ganhamos foi uma história entre “Bridget Jones: No Limite da Razão” e “Louca pelo Garoto“. A jornalista não é mais uma mulher de 30 anos, insegura, nem uma mulher de 50, mãe e com outros problemas. Apesar de continuar solteira e bebendo vez ou outra, Bridget conseguiu amadurecer, se estabilizar no emprego, chegar ao seu peso ideal e largar o cigarro. Sua preocupação agora é se vai morrer sem ter filhos, já que sua idade continua avançando.
O filme e o livro seguem caminhos completamente distintos. Apesar da premissa ser Bridget grávida e na dúvida de quem é o pai, ainda temos o apaixonante Mark Darcy presente, com 50% de chance de ser o pai e outro personagem, também com 50%, evidentemente. No livro, esse personagem é o ex-namorado de Jones, Daniel Cleaver, que nos cinemas foi vivido pelo ator Hugh Grant. Já no filme, o outro suposto pai é Jack, vivido por Patrick Dempsey. Confesso que esse ponto foi altíssimo no filme, porque não gosto do ator Hugh Grant. A saída dele não fez falta nenhuma, uma vez que Dempsey conseguiu uma sintonia perfeita com Renée Zellweger (Jones) e Colin Firth (Darcy), e nos apresenta um personagem altamente carismático. Esses dois dispensam comentários. São a personificação PERFEITA dos personagens do livro. Não poderia ter ninguém que coubesse tão bem nos papéis, igual a eles.
A essência e humor de Bridget continuam iguais. Tanto no livro, como no filme, ela se comporta da mesma forma. As situações são semelhantes, mas com adaptações aceitáveis e necessárias. Não consegui achar defeito no filme, muito menos no livro. O que me deixou um pouco triste, foi o fato de saber que depois deles não haverá mais nenhum. Ainda fico com uma pontinha de fé, que “Louca Pelo Garoto”, apesar de não ter conquistado o público em geral, possa ser roteirizado e adaptado para o cinema. Sharon Maguire, diretora do primeiro e desse terceiro filme, sabe conduzir a personagem. Tenho certeza de que ela não erraria. Vamos sonhar!
Minha dica dessa semana, então, não é um livro ou um filme ou uma trilha sonora; são quatro livros, três filmes, três trilhas e uma personagem feminina que todo mundo deveria conhecer. Uma representante de diversas mulheres fantásticas, mas com jeitos únicos, que muitos não entendem. Nem elas, nem Bridget, precisam de ninguém que as digam como elas são maravilhosas da forma que são. Também não precisam que tenham pessoas ao redor dizendo como deveriam ser, se comportar ou se vestir, como a mãe de Bridget faz e acaba sendo antipatizada pelo público. Mulheres assim, como Bridget, precisam saber que são especiais, porque são espontâneas, sinceras e têm boa índole. Não precisam se preocupar em arranjar alguém e mudar por ele. Cedo ou tarde, um Mark aparecerá do jeito (também estranho) dele e tudo aquilo que sempre acharam que era defeito, que sempre tentaram consertar em vocês, é o que vai encantar.
Talvez, da maneira que eu coloquei, fique até parecendo um conto de fadas; mas não é. É uma realidade para muitas mulheres, em diversos lugares do mundo. Bridget só ajudou a entender, que elas não são estranhas; são mulheres do jeito delas: nem melhor, nem pior.
Os livros (relançados pela Editora Paralela, as três primeiras edições são da Editora Record) podem ser adquiridos em qualquer livraria física ou online. Os filmes podem ser alugados ou comprados no iTunes. As trilhas, encontradas no iTunes ou em algum programa de streaming (sempre tem alguém que faz uma lista com as músicas e põe o nome do filme).
Nota infinita para Helen Fielding e sua personagem!
Publicado originalmente aqui.

Kingsman: O Círculo Dourado



Kingsman: O Círculo Dourado

A sequência de “Kingsman: Serviço Secreto” (2015) chega aos cinemas sob a direção de Matthew Vaughn e roteiro de Jane Goldman com a participação do próprio Vaughn. “Kingsman: O Círculo Dourado” tem como base um ataque de mísseis que destroem o Kingsman e todos seus agentes, exceto Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong). Os dois buscam ajuda numa organização secreta nos Estados Unidos, a Statesman. Com a ajuda dos agentes Ginger (Halle Berry), Tequila (Channing Tatum), Whiskey (Pedro Pascal) e Champagne (Jeff Bridges), eles vão atrás de Poppy (Julianne Moore), uma traficante de drogas que tem sua própria “cidade” com atmosfera da década de 50, mas com toques modernos de tecnologia e um plano letal. Quem também está no filme, sequestrado por Poppy, é Elton John. Fazendo papel dele mesmo, o cantor aparece com seu figurino espalhafatoso e garante risadas em suas cenas.

O filme começa com uma cena incrível de luta entre Eggsy e Charlie dentro de um carro. Com bastante ação, porrada e um ritmo empolgante. Para quem, assim como eu, não assistiu ao primeiro, dá para se localizar na história, porque está tudo bem amarrado. Quando o passado é citado, há explicação. No entanto, as boas surpresas reservadas só vão dizer alguma coisa a quem realmente assistiu, assim como algumas referências ao filme anterior.

Há uma cena bizarra em “O Círculo Dourado”. Eggsy precisa colocar um rastreador em uma agente. O próprio Taron ficou desconfortável em filmá-la e se recusou a fazê-la. Numa entrevista, ele disse que a mão que aparece é do marido da atriz. Numa era de valorização da mulher, graças a Deus, a cena beirou o mal gosto machista. Se conduzida de outra forma, talvez, pudesse agregar algum valor àquilo. Mas parece que está ali só para chocar mesmo. Desnecessária.

O filme em si é bom e divertido, apesar de não surpreender, mesmo quando há uma grande tentativa. A sua bilheteria de estreia colocou “IT: A Coisa” em segundo lugar. Vale muito pelas atuações, principalmente a de Taron Egerton, que conduz o filme brilhantemente. Julianne Moore e Colin Firth nem precisam ser citados, porque os nomes já falam por si.  Porém, “O Círculo Dourado” vale mais ainda por suas cenas de ação, que possuem sequências eletrizantes e extremamente divertidas.


“Kingsman: O Círculo Dourado” estreia amanhã, 28/09. Minha maior recomendação é quem for assistir, assista ao primeiro antes. Eu assisti fora de ordem e realmente preferia ter assistido na ordem correta. Falha gravíssima minha. De qualquer forma, vale a pipoca, o refrigerante e o ingresso. Um bom filme!

O Mestre dos Gênios - Trailer Legendado



Confira o trailer do novo filme de Jude Law e Colin Firth!