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DIVULGADO PÔSTER DO FILME "OS JOVENS TITÃS EM AÇÃO!"

WARNER BROS. PICTURES DIVULGA PÔSTER DO FILME OS JOVENS TITÃS EM AÇÃO! NOS CINEMAS
A animação cinematográfica tem estreia prevista para 26 de julho

A primeira versão cinematográfica da série de TV da DC Entertainment “Os Jovens Titãs em Ação!” intitulada Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas ganha primeiro pôster (acima). Na imagem, a turma de super-heróis formada por Mutano, Ciborgue, Estelar, Ravena e Robin é apresentada com suas cadeiras de astros do cinema.

Sobre o filme
Quando os Jovens Titãs chegam ao cinema, eles chegam com tudo! Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas é o primeiro longa-metragem dos nossos Super-Heróis egocêntricos e cômicos – uma sátira do gênero de super-heróis original, inteligente, atrevida e apropriada para crianças, com direito a números musicais.

Os Jovens percebem que os principais super-heróis que existem por aí estão estrelando seus próprios filmes – quer dizer, todos, exceto os Jovens Titãs! Porém, o líder de fato do grupo, Robin, está determinado a resolver a situação e ser visto como um astro, ao invés de um fiel escudeiro. Se ao menos eles conseguissem fazer com que o mais badalado diretor de Hollywood os notasse... Com algumas ideias malucas e uma música no coração, os Jovens Titãs partem para Tinsel Town, determinados a realizar seu sonho. Contudo, tudo dá errado quando o grupo é enganado por um supervilão e seu plano insano para conquistar o planeta. A amizade e o espírito guerreiro da equipe são abalados, colocando em risco o destino dos próprios Jovens Titãs!

A animação será dublada no Brasil pelos mesmos intérpretes do desenho animado, que reprisarão os papéis no longa-metragem: Charles Emanuel como Mutano, Eduardo Borgherti como Ciborgue, Luiza Palomanes como Estelar, Mariana Torres como Ravena e Manolo Rey como Robin. A direção de dublagem é de Marco Ribeiro.

Will Arnett (“LEGO Batman: O Filme”) e Kristen Bell (“Frozen - Uma Aventura Congelante”) emprestam suas vozes à versão original da primeira empreitada para o cinema da animação da DC Entertainment e do Cartoon Network, que também é estrelada por Greg Cipes (série de TV “As Tartarugas Ninja”) como Mutano; Scott Menville (série de TV “Homem-Aranha”) como Robin; Khary Payton (“The Walking Dead”) como Ciborgue, Tara Strong (franquia “My Little Pony”) como Ravena; e Hynden Walch (série de TV “Hora de Aventura”) como Estelar, reprisando seus papéis das séries.

O filme está sendo dirigido por Aaron Horvath e Peter Rida Michail, a partir de um roteiro de Michael Jelenic e Horvath, baseado nos personagens da DC. Michail, Will Arnett e Peggy Regan estão produzindo o filme, com produção executiva de Sam Register, Jelenic e Horvath. Exceto por Arnett, todos são colaboradores da série “Os Jovens Titãs em Ação”.

Com lançamento marcado para 26 de julho, Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas será distribuído mundialmente pela Warner Bros. Pictures, uma empresa da Warner Bros. Entertainment.

Sherlock Gnomes e o Mistério do Jardim ganha cartaz online inspirado em Star Wars

Sherlock Gnomes e o Mistério do Jardim ganha
cartaz online inspirado em Star Wars
Animação que estreia dia 22 de março nos cinemas brasileiros
A Paramount Pictures divulga novo cartaz online de Sherlock Gnomes e o Mistério do Jardim (Sherlock Gnomes, 2018), que brinca com o recém-lançado Star Wars: Os Últimos Jedi. Ambientada no coração de Londres, a animação dá sequência ao sucesso Gnomeu e Julieta (Gnomeo & Juliet, 2011), com a direção de John Stevenson - indicado ao Oscar® de Melhor Animação por Kung Fu Panda, e trilha sonora de Elton John.
No elenco de vozes, Johnny Depp (da franquia Piratas do Caribe) se apresenta como o icônico Sherlock Gnomes, Chiwetel Ejiofor (Doutor Estranho), como Watson e a cantora Mary J. Blige como Irene. Também participam James McAvoy (Fragmentado), Emily Blunt (A Garota no Trem), Michael Caine (Batman: O Cavaleiro das Trevas), Maggie Smith (da franquia Harry Potter), Stephen Merchant (Logan) e Ozzy Osbourne.
Sherlock Gnomes e o Mistério do Jardim estreia no dia 22 de março.

 

SINOPSE
Os adorados gnomos de jardim Gnomeu e Julie estão de volta para uma aventura totalmente nova em Londres. Quando os dois chegam à capital inglesa com seus amigos e família, a maior preocupação da dupla é preparar seu novo jardim para a primavera. Porém, eles logo descobrem que alguém está raptando gnomos por toda a cidade. Quando Gnomeu e Julieta retornam para casa e descobrem que todos do seu jardim estão desaparecidos – existe somente um nome a recorrer… SHERLOCK GNOMES. O famoso detetive e protetor dos gnomos de jardim de Londres chega para investigar o caso, junto com seu inseparável companheiro Watson. O mistério levará todos a uma aventura exuberante, onde encontrarão muitos ornamentos novos e explorarão um lado desconhecido da cidade.

A Estrela de Belém




A Estrela de Belém

Existem diversas formas de se contar uma história e essa é uma das histórias mais conhecidas do mundo, apesar de existirem diferentes religiões. O nascimento e trajetória de Jesus já foram adaptados diversas vezes para o cinema, contados em livros, retratados em quadros de diversos artistas... Apesar de todas as controvérsias bíblicas, há quem acredite fervorosamente no que está escrito ali, há aqueles que acreditam em Deus, apesar de não concordarem com o que está no Livro Sagrado e há os que não acreditam em nada. No entanto, certamente, todos eles sabem contar, ao seu modo, a história do menino que nasceu com a promessa de ajudar e acabou por ser crucificado.

Sob a direção de Timothy Reckart e roteiro de Simon Moore (Rápida e Mortal), essa versão do nascimento do filho de Deus é contada do ponto de vista de Bo, um burrinho extremamente simpático, que acompanha o casal Maria e José, na viagem de Nazaré até Belém. As situações vividas por Bo e seu melhor amigo, Davi, um pombo, são engraçadas, principalmente no início, quando Bo é apresentado e é retratado o modo como ele vai parar na casa de Maria. Maria é uma personagem adorável, repleta de doçura, como se espera. José também é adorável, mas ele implica, a princípio, com o bicho. As atrapalhadas dos dois servem para boas risadas.

A Sony Pictures Animation leva para o público os três Reis Magos numa aventura junto aos seus camelos, vários bichos fofinhos e falantes, um vilão bem malvado e protagonistas que não são heróis, mas são queridos pelo público por suas personalidades bondosas, “A Estrela de Belém” é um desenho fofo, fácil e divertido, que vai conquistar muito mais as crianças do que os pais. A esperada história de todo fim de ano, chega aos cinemas de uma forma lúdica que, apesar de não ser grandiosa, é criativa ao contar para uma nova geração de crianças a velha (e linda) história do Natal, reforçando valores que nunca envelhecem, apesar de serem esquecidos frequentemente: amizade, perdão e, principalmente, amor.

“A Estrela de Belém” estreia amanhã, quinta-feira (30/11) e é uma escolha doce para um fim de semana em família. Vale o passeio com as crianças nesse fim de ano e a oportunidade apertar os laços familiares com a diversão que a sétima arte propõe.

As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme


As Aventuras do Capitão Cueca – O Filme

Trá-lá-lááá!!!!!!!!!!! Acho que isso nunca mais vai sair da minha cabeça, mas não faz mal. Eu não conhecia as histórias do Capitão Cueca, só sabia que existia por ver as capas dos livros, então esse foi o nosso primeiro contato de verdade. O filme do super-herói, que só usa um cuecão e uma capa, me fez dar boas risadas.

Jorge e Haroldo são amigos desde muito pequenos e são aqueles garotos pestinhas, que aprontam de tudo na escola para enlouquecer os professores e diretor. O diretor Krupp é um daqueles caras bem amargurados, principalmente por não conseguir pegar os meninos no flagra para puni-los. A escola parece uma prisão. Professores entediantes, aulas maçantes e trabalhos para o fim de semana. É, literalmente, uma tortura para esses alunos frequentarem o local de ensino, que mais parece um campo de concentração.

Fora do horário das aulas, Jorge e Haroldo se encontram na casa da árvore e se divertem por lá. Uma das atividades deles, é o gibi do Capitão Cueca. Um escreve as histórias e o outro faz as ilustrações. Mas o diretor Krupp não suporta o gibi dos meninos e todas as vezes que eles o levam para a escola, o mal encarado apreende o material. Numa das confusões, para evitar que sejam separados de sala, eles hipnotizam o diretor e o transformam no Capitão Cueca real.

Sob a direção de David Soren e roteiro de Nicholas Stoller, o filme do Capitão Cueca é divertido, prende a atenção do espectador e fará as crianças e pais darem risadas com situações malucas criadas por dois meninos cheios de química e amizade verdadeira, além de deixar os adultos que foram bem levados, na época da escola, com uma certa saudade das peripécias que aprontavam.

“As Aventuras do Capitão Cueca” estreia hoje, dia 12 de outubro e é perfeito para comemorar o Dia das Crianças, levando os pequenos para o cinema e depois fazendo uma farra gastronômica em algum fast food ou pizzaria.

LEGO Ninjago: O Filme


LEGO Ninjago – O Filme

Ninjago City está em perigo! O terrível Garmadon está atacando a cidade com terríveis monstros e só um grupo de jovens ninjas podem salvar Ninjago. Sob o treinamento do mestre Wu e muito kung fu, eles vão conseguir encarar esse inimigo poderoso. O problema é que Garmadon é pai de um dos ninjas que faz parte do grupo.

Lloyd, Nya, Cole, Jay e Zane são os ninjas que compõem o grupo. Todos estudam na mesma escola e enfrentam os problemas diários de adolescentes. Lloyd principalmente. Ninguém gosta dele por ele ser filho do cara que tenta a todo custo destruir a cidade, mas não o nque não entendem é que o garoto não tem nenhum contato com o pai. De qualquer forma, esse laço afetivo pode atrapalhar a jornada dos ninjas.

No caminho para livrar a cidade do vilão, eles vão precisar se unir para descobrir como trabalhar em equipe, lidar com as diferenças e entender que o verdadeiro poder está dentro de cada um, que para lutar não precisam de armas, apenas encontrarem uma forma de usar o que naturalmente já possuem.

A animação é divertida, tem ação e traz momentos engraçados, que faz a criançada se acabar de rir. Mas também traz aquela velha reflexão que as animações lançam sutilmente para os pais que estão acompanhando seus filhos no cinema. Em “Ninjago”, a principal é relação filho versus pai ausente e como essa ausência influencia a vida do filho. O papel da mãe também é superimportante, mas não citarei para não revelar spoilers. O mais engraçado é que na pré-estreia, observei que o número de mães acompanhando as crianças era muito maior do que a de pais.

“LEGO Ninjago - O Filme” é gostoso de assistir, apesar de ser inferior ao fantástico “LEGO Batman”. O filme é considerado um spin off  do aclamado “Uma Aventura Lego” (2014). A direção é de Charlie Bean e roteiro de William Wheeler, Tom Wheeler, Jared Stern, John Whittington com colaboração de Kevin Hageman, Dan Hageman e Hilary Winston. A versão dublada está sensacional. O 3D também funciona direitinho.

A animação estreia hoje, 28/09 e é diversão garantida para a criançada e possível reflexão para os pais. Vale o ingresso, a pipoca, o lanche com brinde e ver o banho de educação que os pequenos dão nos adultos (eles ficam concentradíssimos na história), que em pleno 2017 insistem em usar o celular durante o filme. Não bastasse o uso para falar, usam também para tirar foto, COM FLASH, do filho assistindo o filme. Pais, façam isso em casa! No cinema, vocês precisam ensinar aos filhinhos a não usarem o aparelhinho mágico!

Lino - Uma Aventura de Sete Vidas


Lino - Uma Aventura de Sete Vidas

Pense num cara azarado! Desde a infância, Lino não dá certo. Sofre bullying, não consegue conversar com a garota amada, tem o lanche roubado... um fracasso. Depois que cresce, Lino não se destaca. Sua falta de sorte continua determinando o rumo desastroso de sua vida. Ele trabalha como animador infantil, vestido com uma fantasia tosca de gato. As crianças o odeiam! Sua vida social não existe. Dessa vez, um fracasso total. A gota d'água é quando Lino é despejado de seu apartamento, por falta de pagamento.

A ajuda que ele recebe é do valentão da época de escola, obviamente, essa ajuda não será barata, mas Lino não tem ideia do quanto isso irá lhe custar. Desestimulado, ele procura ajuda de um guru espiritual para tentar o rumo das coisas. O tal guru, lhe passa uma fórmula e mesmo sem colocar muita fé, Lino tenta a sorte. Ao sair do vestiário do trabalho, as mudanças são observadas, pois começa a receber vários elogios. As crianças ficam encantadas, e aí ele percebe: virou um gato de verdade, só que gigante. Ao mesmo tempo, Lino começa a ser perseguido pela polícia, porque um homem fantasiado de gato (a fantasia de Lino), assaltou diversos lugares e foi flagrado por câmeras. O gato gigante vai ter que se resolver com o guru maluco, a polícia e um bebê, que cai, literalmente, em suas mãos. Confusão pouca é bobagem. 

A animação é leve e divertida. A policial que persegue Lino é dublada por Dira Paes. Lino por Selton Mello, que tem uma voz icônica e cabe perfeitamente no personagem. Quando ele mia entre as frases, principalmente quando está nervoso, é engraçado e soa natural. A personagem que Paolla Oliveira dubla, aparece pouco, mas é uma participação importante, porque tem uma história inesperada. 

Não é a primeira animação do Brasil, mas marca o retorno do cinema nacional ao gênero e de forma tão eficaz. Esperar que seja uma animação estilo Pixar ou Disney, não é justo. O cinema brasileiro já vem, há algum tempo, entregando um trabalho impecável, agora é hora de explorar outros gêneros para outros públicos, o que é o caso de "Lino". 

A história de Lino é boba e dificilmente vai agradar as crianças que estão entrando na pré-adolescência, porque elas já não têm paciência para animação, consideram infantil demais, ainda mais quando é uma história que não traz nenhuma grande novidade e beira a ingenuidade, a exemplo de dois policiais que acompanham Janine (Dira Paes) e apelam para um humor extremamente forçado, do tipo que só agrada crianças pequenininhas mesmo. 

O filme do diretor Rafael Ribas, no entanto, tem um bom ritmo e ação não para. Torço para que tenha uma boa recepção do público para que um segundo filme de Lino seja aprovado. Quem sabe, ele não ganhe um roteiro com diálogos mais elaborados... é uma chance.

"Lino - Uma Aventura de Sete Vidas" estreia hoje, 7 de setembro e vale a pena levar a criançada para embarcar na aventura desse gato azarado, mas que conquista fácil o público. Se falta um pouco mais de conteúdo, o carisma de Lino e, até mesmo, a simpatia do guru atrapalhado conseguem ajudar o filme a emplacar. Bom passo para a animação nacional!

Emoji - O Filme


Emoji – O Filme

O bom de assistir a um filme que é massacrado, é que você vai esperando a pior coisa do mundo e pode ser surpreendido. Foi o que aconteceu com “Emoji – O Filme”. Depois de um bombardeio de críticas negativas, eu nem sabia qual tipo de roteiro esperar, como a história se desenrolaria. Enfim! Esperei por algo vazio, sem lógica, sem nexo, mal feito. Não é nada disso.

Existe um lugar aonde estão todos os emojis que usamos no dia a dia: Textopolis. Nessa cidade, os emojis moram e trabalham. Cada um tem sua característica única e espera o humano se comunicar através do smartphone para entrar em ação. Quase 100% das pessoas, em algum momento, utilizam as carinhas para expressar seus sentimentos. Contudo, até em Textopolis, existe alguém que não se encaixa, o caso de Gene. Ele, que deveria ser um simples “eh”, aquele emoji que expressa a falta de impressão com algo, é bugado e consegue expressar várias carinhas. Por ter uma condição inaceitável, Gene se une a um emoji de mão, que está abandonado pelo o usuário do celular, e eles vão em busca de um hacker para conseguir uma reprogramação. A aventura acontece por dentro de aplicativos, que usamos no dia a dia.

O filme está longe de ser uma animação da Pixar ou da Disney. Só tem uma grande mensagem, que está apenas no final. Ele aparenta ser um grande comercial dos APPs que são citados, mas que fazem sentido na trama. Então, considera-se um espaço comercial bem utilizado.

As crianças vão se divertir, principalmente as que já têm algum contato com o universo tecnológico. Tem também umas músicas conhecidas na trilha. Apesar de algumas piadinhas sem graça, a animação não deixa de ter a sua diversão e ter suas alfinetadas, bem sutis, ao universo das redes sociais. Não vejo ele como um filme para ser além do que se propôs a ser.

“Emoji – O Filme” estreia hoje, 31 de agosto, e infelizmente já está flopado antes mesmo de chegar aos cinemas brasileiros. Mas se quiser ver a criançada se divertindo, pode ir sem medo. Vale o combo da pipoca, se você já for disposto a não gostar, porque vai distraindo.

Uma Família Feliz


Uma Família Feliz

Uma mãe querendo unir a família, um pai que só trabalha, uma filha adolescente que não está no clima e um filho pequeno tipicamente nerd, que abusa de um vocabulário rebuscado, só quer saber de estudar e é vítima de bullying na escola. Esse é o cenário de muitas famílias e a premissa para a nova animação da Paris Filmes.

Emma Wishbone (Juliana Paes) tenta encontrar uma fantasia e acaba, sem querer, entrando em contato com Drácula, que se encanta pela mulher e faz um “trato” com a bruxa Baba Yaga. Na ida para a tal festa, a família é surpreendida e a bruxa acaba por transformar todos em monstros. Cada um vira a realidade da fantasia que está usando: Emma se torna uma vampira, o marido uma versão bem abestalhada de Frankenstein, a filha uma múmia e o filho um lobisomem. A partir daí, os Wishbones precisam reencontrar a bruxa, acertar as contas com Drácula, salvar o mundo e entender o significado de “família”.

O filme é bem infantil, sem maiores mensagens para os pais. Um tema familiar clichê, mas que funciona. E apesar de vários furos no roteiro, a animação em si é bem feita, tem um ritmo legal, que flui. Com certeza as crianças vão se divertir. Os pais também poderão aproveitar o momento, mas não se pode esperar uma animação com a mesma profundidade de conteúdo da Pixar ou Disney.

Aqui no Brasil, a dublagem de Emma ficou por conta da atriz Juliana Paes. Casou perfeitamente com o papel. Juliana já tem um carisma gigante e no papel da mãe que luta por sua família, a atriz consegue encantar mais ainda.

De música, no fim do filme, toca “Happy”, de Pharrell Williams. Não entendi muito bem o motivo para usarem a música que, também, toca em “Meu Malvado Favorito”. Será que as animações estão ganhando uma canção padrão? Espero que não.

“Uma Família Feliz” estreia hoje, 17 de agosto e a criançada vai se amarrar na família de monstrinhos simpáticos. Vale a pena pela diversão da garotada!

Uma Família Feliz



Emma, a mãe da família Wishbone, está tentando de todas as formas salvar a relação com seus familiares, que não é nada amigável. Já que nenhum deles se dá muito bem e a paz e tranquilidade são quase impossíveis, ela planeja uma noite de diversão fora de casa. Mas a confusão começa quando, inesperadamente, uma bruxa os transforma em monstros.

Estreia 17/08/17

Assista agora o trailer dublado: 


Meu Malvado Favorito 3


Meu Malvado Favorito 3

Os Minions estão de volta e eu não poderia estar mais feliz. Depois do filme solo contando a origem dos amarelinhos, eles retornam às telonas ao lado do ex-super vilão Gru e suas três filhas adotadas, entre elas, a fofinha Agnes (quem resiste a essa criança apaixonada por unicórnios?).

Após desistir de sua carreira de vilão, Gru abraça o seu lado paternal e continua ao lado de Lucy, sua esposa, na Liga Anti-Vilões. Após a tentativa frustrada de capturar Balthazar Bratt, ex-ator de Hollywood dos anos 80, que após alcançar a fama caiu no ostracismo, por isso decidiu se vingar de todos, eles são demitidos e ficam desempregados. Os Minions ficam decepcionados e tudo parece dar errado para o casal, que tenta se manter positivo. É quando Gru recebe uma carta de Dru, seu irmão gêmeo. Até então, Gru não fazia ideia da existência do parente e se dispõe a conhece-lo e descobrir mais sobre sua família. Com ajuda de Dru, Gru bola um plano e vai atrás de Balthazar, que tem um plano maior ainda.

Além da descoberta de uma família maior, a relação de Gru com as garotas é sempre bom de se ver, porque ele perde toda a pose de rabugento e mostra o grande coração que tem. Nesse terceiro filme, é interessante também ver Lucy tentando incorporar o papel de mãe, mas sem saber direito como se comportar. São pequenos detalhes que compõe o roteiro e deixam o filme ainda mais adorável.

A fórmula do filme é a mesma dos anteriores: uma história simples, mas que rouba atenção de quem está na sala de cinema. Com muito humor e cenas de ação, “Meu Malvado Favorito 3” com certeza chamará a atenção dos pais e crianças, também, pela sua trilha sonora maravilhosa. Com A-Ha, Madonna, Dire Straits, Michael Jackson e outros, a seleção de músicas do vilão Balthazar Bratt vai fazer com que os mais velhos cantem os grandes sucessos dos anos 80.

Um dos pontos altos do filme é a figura do vilão. Com direito a mullet, blazer roxo com ombreiras e um bigode maroto, Baltazhar é capaz de deixar os maiores vilões do cinema com inveja. Sem dúvidas, um dos melhores rivais que Gru já teve na franquia. A dublagem de Leandro Hassum como Gru / Dru e de Evandro Mesquita como Balthazar ajudam a compor a personalidade dos personagens. Maria Clara Gueiros como Lucy também está maravilhosa.

Sobre os Minions, qualquer palavra é dispensável. Eles continuam atrapalhados, engraçados e com um dialeto que arranca risada até dos mais resistentes. E suas bundinhas amarelas são lindas demais. Confesso que sou totalmente apaixonada por essas criaturas, então não sou nada parcial na hora de falar deles. A Illumination Entertainmet acertou, mais uma vez, ao fazer um filme com os personagens. Em 2020, teremos o segundo filme solo dos Minions. Já está na minha lista de mais aguardado para aquele ano.

“Meu Malvado Favorito 3” acaba com a promessa de ter mais uma continuação. Se seguir esse ritmo, ainda há muito para lucrar com Gru e os Minions. No entanto, será preciso renovar o roteiro para não cair no eterno “mais do mesmo” e acabar deixando o público sem expectativa.

Estreando hoje, 29 de junho, “Meu Malvado Favorito 3” é uma excelente opção para a família no cinema. Vale o combo da pipoca, do refri, do chocolate e vale levar a criançada para o fast food que está dando de brinde miniaturas dos personagens do filme. SENSACIONAL!

Rock Dog: No Faro do Sucesso


Rock Dog: No Faro do Sucesso

Toda criança tem um sonho, mas nem sempre consegue colocá-lo em prática. Às vezes, pelos acontecimentos da vida; outras vezes, pelo o destino que os pais traçam para elas. Em “Rock Dog: No Faro do Sucesso”, Bodi é um jovem apaixonado por música, porém devido aos problemas da aldeia aonde mora, ele é obrigado a deixar sua paixão para trás. O problema é que quando se tem uma vocação, não importa o que faça: tudo vai te encaminhar na direção da sua vocação.

Quando era pequeno, Bodi viu sua aldeia ser atacada por lobos e espalhar o terror entre a pequena população de ovelhas. Seu pai, Khampa, guarda da aldeia, começa então, a preparar o filho para que ele seja seu sucessor na missão de defender o lugar dos seus terríveis inimigos.


 Afastado da música, Bodi recebe diretamente do céu, um presente que o fará mudar de destino. Um rádio cai em suas mãos e, além de tocar uma música do mito Angus Scattergood, transmite uma entrevista com o rockeiro, na qual ele incentiva ao ouvinte que não deixe de ir em busca do que quer. A mensagem atinge em cheio o cachorrinho. Contrariando o destino que seu pai havia planejado, o jovem Mastim Tibetano vai para a cidade para ser músico.


A animação tem uma premissa fantástica, além de uma mensagem excelente para os pais e filhos, que forem assistir. A trilha sonora, que passa por Foo Fighters e Radiohead é maravilhosa, entretanto falta um pouco mais de vida ao filme. É divertido, é engraçado, não apela no sentimentalismo, mas falta um “Q” nele. É o tipo de filme que cumpre a missão, porém não vai marcar quem assiste.

Com “Rock Dog”, Ash Brannon (codiretor de Toy Story 2) faz sua estreia como diretor solo. O roteiro fica por conta da parceria dele com Kurt Voelker (Doce Novembro). A dublagem lá fora, tem nomes como J.K. Simmons e Luke Wilson. Aqui no Brasil, só chegará a cópia dublada, que não chateia já que é uma animação.

“Rock Dog: No Faro do Sucesso” estreia hoje, 04 de maio. Vale a pena o combo da pipoca, porque a criançada vai se divertir e porquê tem uma mensagem legal. Os personagens são bonitinhos e você vai querer cantar junto ou, no mínimo, ser um astro do rock. Vale o momento!



Os Smurfs e a Vila Perdida


Os Smurfs e a Vila Perdida

Falar dos Smurfs é falar de diversão. Sempre que esses pequenos seres azul aparecem, a gente sabe que a aventura está garantida. 

No novo filme das criaturinhas, o foco maior é o papel da Smurfette naquele reino. Cada Smurf exerce uma função para que sua sociedade funcione: tem o Gênio, o Desastrado, o Robusto e muitos outros. Mas e a Smurfette? Ela foi criada por Gargamel para ajudá-lo a capturar os Smurfs, mas com a ajuda da magia de Papai Smurf, ela se transformou. 

A crise de identidade da única menina do grupo, faz com que ela saia em uma jornada para descobrir quem ela é. Em uma de suas voltas pela floresta, ela encontra uma criatura estranha, que desperta sua curiosidade. Como essa criatura passa para o lado proibido pelo Papai Smurf, a Smurfette vai arranjar muita confusão com ajuda de seus amigos. 

Entre fugas para se livrar de Gargamel, o gato Cruel e seu pássaro, o filme tem muita aventura, risada e uma mensagem fácil de ser entendida pelo seu público-alvo: Smurfette não precisa ser definida para ser amada, ela pode ser quem ela quiser e, ainda sim, ser completamente especial. A cena do rio, também, traz uma mensagem bem bonita. Vale a pena ficar atento. 

Uma trama leve, que agrada fácil as crianças. O 3D vale a pena, já que os cenários são construídos de forma tão colorida e animada. A ação não para! A capacidade que os Smurfs têm para se meter em confusão é única. Ainda bem! Você só vai conseguir relaxar quando o filme termina, o que é ótimo, porque o sono passa longe. 

Excelente oportunidade para levar a criançada ao cinema e se divertir junto!

"Os Smurfs e a Vila Perdida" estreia hoje, 06 de abril, e vale a pipoca, o refrigerante, o lanche que tem brinde, as duas horas na loja de brinquedo, a gargalhada das crianças, a diversão dos pais e o momento família no shopping. 

PS: Na versão dublada temos Ivete Sangalo dublando uma personagem. Vale a pena conferir!

O Poderoso Chefinho


O Poderoso Chefinho

Quem é filho único sabe as vantagens e desvantagens de sua condição. Crescer sendo o centro das atenções é o máximo; ganha um dengo aqui e outro ali, os pais têm mais paciência, não precisa dividir os brinquedos... enfim! Mas a solidão de um filho único também é real. Apesar de achar que nós somos mais criativos por conta disso, eu sempre quis um irmão para ter companhia fora de hora. Meus amigos sempre estavam lá: sexta, depois aula, nos feriados e, é claro, no fim de semana. Mas e aquela brincadeira na segunda, quando volta da aula? Imaginação em ação.

É óbvio que nem todos sentem falta de uma companhia. Eu não sentia o tempo todo, porque sempre estava entretida imaginando mil coisas, mil diálogos entre o Playmobil, construindo projetos fantásticos no LEGO, arrasando com a Barbie, montando um quebra-cabeça ou vendo um desenho. Uma das maiores vantagens de ser filho único, sempre achei, é quando a mãe coloca a gente de castigo: “não vai pro play.” Ok! Filho único não tem problema em ficar só. Acostumado a brincar sempre sozinho, a proibição de ir se divertir com os amigos é chata, mas não é um bicho de sete cabeças.

Em “O Poderoso Chefinho”, Tim é filho único e tem total atenção, amor e cuidado dos pais. Com uma imaginação muito forte, ele tem a companhia fiel dos pais para qualquer situação. Quando indagado sobre o desejo de ter um irmão, ele deixa bem claro que não quer. Porém, o coitado não sabe o que está por vir e fica chocado quando entra pela porta, junto a seus pais, um bebê... de terno e gravata. O mundo do pequeno Tim é virado de cabeça para baixo. O simpático bebê (aparentemente), nada mais é que um executivo, que trabalha para uma fábrica de bebês. Com uma missão a ser cumprida, o bebê faz de tudo para deixar o irmão mais velho fora do seu caminho, inclusive, maltratando o menino. É interessante pensar na premissa apresentada pelo filme. A forma como mostra que o filho único perde seu reinado, como ele se sente e como vê o irmão, enquanto todos babam pela criatura fofinha, que para ele não passa de um estranho que está dominando o lugar que deveria ser só dele.

“O Poderoso Chefinho” diverte com suas cenas engraças e improváveis, principalmente quando se trata de um bebê altamente articulado, inteligente, frio e calculista. Praticamente um vilão de fraldas. E emociona ao mostrar o ponto de vista de uma criança de sete anos que está aprendendo a lidar com aquela situação. Além disso, tem cores bonitas e uma trilha sonora encantadora. A Dreamworks entrega um trabalho cuidadoso e que cumpre o que propõe. Confesso que achei um pouco maldoso colocar uma “guerra” entre bebês e filhotes de cachorro, já que muita gente pensa que para ter bebê precisa se livrar do filho de quatro patas ou que um substitui o outro. Se essa mensagem fica clara no filme para todos, eu não sei. Mas como essa realidade existe é bastante triste, eu descartaria essa briga e colocaria outra situação no lugar. Problematizadora, sim. Se não fosse uma questão tão cruel, eu nem perceberia.

O filme chega aos cinemas hoje, 30 de março e ganha o público pela sua fofura. As partes de família são tão bonitas e emocionantes, que não precisam ser apelativas. Elas emocionam de forma simples, por mostrarem como é importante a presença de algumas pessoas em nossas vidas.

Levante do sofá e leve as crianças para uma animação que vale a pena. Mas explique a elas que cachorrinhos não substituem bebês e nem bebês substituem cachorrinhos. É sempre bom deixar claro isso.

Vale a pipoca, o refrigerante e o lanche famoso com brinde que as crianças tanto gostam.

A Bailarina


A Bailarina

Filmes de animação sempre me dão uma paz imensa. “A Bailarina” não foi diferente. A gente entra no cinema e se apaixona por todos aqueles personagens que são apresentados de maneira pura e encantadora.

Felicie, dublada na versão original pela linda Elle Fanning e na versão dublada pela linda Mel Maia, é uma menina órfã que sonha em ser bailarina. Uma criança apaixonante, cheia de perguntas e pronta para descobrir o mundo com muita determinação. Não desiste fácil e continua na luta. Victor, um garoto engenhoso e fiel à sua amiga, um pouco mais tímido, mas com sua inteligência é capaz de “voar”.  

Com uma criação rígida no orfanato, Felicie e Victor arranjam um jeito de fugir do lar e ir em busca dos seus sonhos. Com uma única chance louca para chegar no seu objetivo, a garotinha assume a identidade de outra garota e se arrisca no Grand Opera.

O que eu mais gosto de animações, além da paz, que citei anteriormente, é o fato de sempre passarem uma mensagem para quem assiste. Principalmente, para as crianças. Às vezes, o que não é explicito, é apresentado de uma maneira tão bonita, implícita na história, que se torna ainda mais encantador.

Em “A Bailarina”, a força de vontade e garra de Felicie e Victor, de irem em busca dos seus sonhos, do que acreditam ser bom para eles é um exemplo. O jeito de mostrar que as dificuldades sempre estarão presentes, mas que podemos superá-las de maneira íntegra e que não há erro que não possa ser corrigido é tão encantador que dá vontade de nem sair do cinema. Pode passar mais duas horas de filme, moço.

A animação não tem muita informação visual, é um filme simples, mas com uma narrativa que segue um ritmo orquestrado com muita competência. A beleza do cenário de uma Paris antiga é de deixar qualquer espectador maravilhado. Simplicidade me atrai sempre.

Sem dúvidas uma excelente escolha para começar as animações de 2017.

“A Bailarina” estreia hoje, 26/01 e eu recomendo à todas crianças e seus pais. Sem dúvidas, vale o “combo família”, dos cinemas.