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‘Jogos Mortais: Jigsaw’ recebe classificação indicativa de 18 anos no Brasil

FILME CHEGA AOS CINEMAS MAIS SÁDICO E VIOLENTO DO QUE NUNCA EM 30 DE NOVEMBRO; NOS ESTADOS UNIDOS, LONGA DESPONTA COMO A MELHOR ESTREIA DA SEMANA

Jogos Mortais (Saw), a maior franquia de terror, que entrou no Guiness World Records com US$874 milhões de dólares arrecadados em bilheterias no mundo todo, retorna às telas de cinema do Brasil com seu novo filme “Jogos Mortais: Jigsaw”, após um hiato de sete anos.

Conhecido pelos jogos de tortura com diferentes tipos de mortes, de 2004 a 2010 os fãs da franquia se perguntam “Será que Jigsaw morreu?”.

O novo filme estreou internacionalmente na última sexta-feira, 27 de outubro, e debutou em primeiro lugar, à frente de outras estreias em países da América Latina e Estados Unidos. A boa marca com o público norte-americano, que acumula US$ 16,25 milhões em bilheteria até o momento, só reforça a força do lançamento.

Com uma qualidade de produção acima da média, o longa não escapou do Ministério da Justiça. Mesmo com a adoção de recursos, a recomendação do órgão é que apenas os espectadores a partir de 18 anos assistam a nova fase aterrorizante de Jogos Mortais.

Com distribuição nacional Paris Filmes, o longa “Jogos Mortais: Jigsaw” estreia em circuito nacional em 30 de novembro.

Você está pronto para um novo jogo?

Assista ao trailer: https://youtu.be/IikWdXImVCM.

Sobre o filme     O novo longa é produzido por Oren Koules, Mark Burg e Greg Hoffman e tem roteiro de Josh Stolberg e Peter Goldfinger. A direção fica por conta dos irmãos Michael Spierig e Peter Spierig (de “O Predestinado” e “Canibais”) e o elenco conta com o retorno de Callum Keith Rennie, além dos atores Matt Passmore, Clé Bennett, Hannah Emily Anderson, Laura Vandervoort, Mandela Van Peebles, Paul Braunstein, Brittany Allen e Josiah Black. Uma das maiores franquias de todos os tempos está de volta, elevando a outro patamar os vestígios dos assassinatos cometidos por Jigsaw em diferentes cenários.

IT - A Coisa


IT – A Coisa

Stephen King já escreveu mais de 80 livros, entre eles, os famosos “Carrie – A Estranha”, “O Iluminado”, “Misey – Louca Obsessão”, “A Torre Negra” e “À Espera de Um Milagre”. Esses que citei, inclusive, já ganharam sua versão cinematográfica. “It – A Coisa” já teve uma adaptação anteriormente. Foi uma série para TV, dividida em duas partes, que chegou ao Brasil como o filme “IT: Uma Obra-Prima do Medo”, com Tim Curry dando vida ao personagem principal. Pennywise dessa vez é interpretado por Bill Skarsgård e consegue ser muito mais assustador do que o de Tim Curry. No entanto, isso não é uma disputa, vamos focar no filme.

O longa começa com a morte de Georgie Denbrough, no fim década de 80, que sai para brincar com um barquinho e acaba se tornando uma das vítimas do palhaço macabro. Com o desaparecimento da criança, a cidade de Derry ganha toque de recolher e mais crianças continuam desaparecendo misteriosamente. O irmão de Georgie, Bill Denbrough e seus amigos, que formam o Clube dos Perdedores (The Loser’s Club), entram de férias da escola e vão investigar o possível lugar para onde essas crianças podem ter sido levadas.

O problema é que Pennywise tem o poder de se transformar em tudo o que as pessoas têm medo. Para conseguir atrair as crianças com mais facilidade, ele se apresenta como palhaço, mas para conseguir se alimentar delas, ele ganha as formas necessárias para deixar as presas paralisadas.

O filme do diretor Andy Muschietti (Mama) tem referências a “Stranger Things”, “Conta Comigo” e “Os Gonnies”. A atmosfera dos anos 80 é marcante, e apesar de não ser um filme que provoca sustos o tempo todo, além de divertir bastante, arrancando risada do público, o clima que toma conta das pouco mais de duas horas de filme, é de medo e revolta. Além do próprio Pennywise, as crianças enfrentam situações horríveis como bullying, racismo, abusos sexuais e psicológicos. A realidade é mais assustadora do que qualquer "Coisa". Contudo, descobrem que se encararem tudo isso juntos, eles vencem. “IT – A Coisa” é muito mais do que um simples filme de terror, é um filme que mostra a realidade de muitas pessoas e como elas amadurecem diante das dificuldades e, principalmente, como é importante ter com quem contar.

Com a promessa de uma continuação, “IT – A Coisa” é uma excelente adaptação da obra do genial Stephen King. Tem um elenco afinado e crianças que trabalham tão bem, que são capazes de causar inveja a adultos ditos “atores”. Por sinal, o personagem Richie Tozier é interpretado por Finn Wolfhard, o Mike Wheeler de “Stranger Things”. O alívio cômico do personagem para o filme é sensacional. Impossível não rir com aquele garotinho, com os óculos fundo de garrafa, todo mirrado, pagando de gostosão.

Bill Skarsgård, integrante da bela família Skarsgård, está primoroso como A Coisa. Até a maneira como ele fala, está de arrepiar. E isso é tão bom, que apesar de ter cenas que certamente as pessoas levarão sustos, o filme não precisa apelar. Pennywise provoca medo por si só. O tom de voz ao tentar ser um palhaço alegre, com aquela figura bizarra e uma boca molhada, parecendo salivar pelas crianças é de arrepiar o couro cabeludo de qualquer um.

“IT – A Coisa” estreia no feriado de 7 de setembro para que ninguém escape dele. Stephen King tem o dom de criar criaturas apavorantes. Se eu pudesse escolher um lugar “impossível” para passear, seria a mente dele, porque eu não consigo entender de onde o cara tira essas coisas tenebrosas e as transforma em coisas geniais. Vale o ingresso, o combo da pipoca e, para os mais apavorados, os sonhos com Pennywise.

A Maldição da Floresta



Há tempos eu espero por um filme de terror, que eu possa sair do cinema e dizer UAU!!! Tudo bem que não assisti, ainda, o elogiado ‘Invocação do Mal 2’, mas posso dizer que não ando nada satisfeita com os que me propus a gastar uma hora e meia. Para a minha felicidade, ‘A Maldição da Floresta’, me surpreendeu.

O filme conta a história de um casal inglês, que se muda para um lugar distante, na Irlanda, com o seu filho (recém-nascido) e seu cachorro. A cidade toda está contra a família, já que o trabalho de “Adam Hitchens” é convencer a população, de que a região pode ser desmatada. O porém é que os moradores do local têm uma crença: existem criaturas terríveis que habitam a floresta. Se ela for destruída, essas criaturas serão libertadas.

A partir daí, coisas estranhas começam a acontecer ao redor da casa da família. A princípio, acredito que a intenção do diretor seja nos deixar em dúvida, já que as ações parecem ter sido feitas por outra pessoa e há um vizinho mais implicante. Mas não é nada que a gente já não saiba, principalmente para quem já assistiu ao trailer. Às vezes, o melhor de um filme de terror é não assistir ao seu trailer; talvez, assim, tenhamos mais surpresas ao longo do filme.

A trama vai ficando mais tensa, mas quando as perseguições começam, o filme parece estagnar. Fica na mesma coisa de foge-corre-se-esconde-ele-está-maluco-socorro-meu-Deus. Mesmo assim, ficando nesse ciclo sem fim, acho que não fica chato, somente previsível.

Corin Hardy, diretor do filme, estreia seu primeiro longa com um ar macabro, história interessante, sem apelação para sustos. Uma fórmula que tornou o filme bom e que já o coloca na minha lista de: assistir aos seus próximos filmes.

Pelo fato de serem criaturas e pela excelente atmosfera criada durante o filme, me lembrei um pouco de ‘Não Tenha Medo do Escuro’, que tem o roteiro assinado por Guillermo del Toro.

‘A Maldição da Floresta’ chega, hoje, aos cinemas e vale a pena conferir.