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Helen Mirren enfrenta espíritos na casa mais mal-assombrada dos Estados Unidos

Helen Mirren enfrenta espíritos na casa mais mal-assombrada dos Estados Unidos

“A MALDIÇÃO DA CASA WINCHESTER” GANHA NOVO TEASER E CHEGA AOS CINEMAS BRASILEIROS EM 1º DE MARÇO

O labirinto de cômodos e as 600 portas distribuídas em 7 andares contribuem para a atmosfera sombria da casa Winchester, localizada na Califórnia, nos Estados Unidos. Construída há quase cem anos pela milionária Sarah Winchester, herdeira de uma fábrica de armas, a residência inspirou o novo longa baseado em eventos reais: “A Maldição da Casa Winchester”, com lançamento agendado para 1º de março no Brasil. Protagonizada pela vencedora do Oscar® Helen Mirren, que dá vida a Sarah Winchester, o filme dirigido pelos irmãos Michael e Peter Spierig (de “Jogos Mortais: Jigsaw”) acaba de ganhar novo teaser. 
Confira!
No material recém-divulgado, é possível observar as suspeitas que pairam sobre a sanidade da proprietária e o apavorante dia a dia na mansão. Depois da morte de seu marido e de seu filho, Sarah começa a acreditar que está sendo perseguida por espíritos das pessoas que foram mortas por rifles fabricados por sua família.

O psiquiatra intrepretado por Jason Clarke chega à mansão para avaliar o estado mental de Sarah, mas vivencia momentos que colocam suas próprias certezas à prova. A produção tem distribuição nacional Paris Filmes.
Sinopse - A Maldição da Casa Winchester           
Em um ponto isolado de terra, a 50 milhas de distância de São Francisco fica a casa mais assombrada do mundo. Construída por Sarah Winchester (interpretada pela ganhadora do Oscar® Helen Mirren), herdeira da fortuna dos Winchester, a casa não conhece seu fim. Construída durante décadas de forma incessante, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, ela tem sete andares e abriga centenas de quartos. Para um estranho, parece um monumento monstruoso que reflete a loucura de uma mulher perturbada. Mas Sarah não está construindo para si, mas sim para sua sobrinha (Sarah Snook) ou para o brilhante Dr. Eric Price (Jason Clarke), que ela convocou para ir a casa. Ela está construindo uma prisão, um asilo para centenas de fantasmas vingativos, e os mais aterrorizantes deles têm o intiuito de se estabelecer com os Winchesters.

"A Maldição da Casa Winchester" ganha trailer e cartaz teaser


LONGA BASEADO EM UMA HISTÓRIA REAL ESTREIA NOS CINEMAS BRASILEIROS DIA 1º MARÇO

O trailer recém-divulgado apresenta os mistérios que envolvem a construção da mansão Winchester, com 7 andares e 500 cômodos, além das inesperadas aparições que assombram seus moradores no local. Com estreia nacional agendada para 1º de março, o filme dirigido pelos irmãos Spierig (de "Jogos Mortais: Jigsaw" e "O Predestinado") reúne no elenco principal a vencedora do Oscar® Helen Mirren, além de  Jason Clarke, Sarah Snook e Angus Sampson.

Sinopse - A Maldição da Casa Winchester                  Em um ponto isolado de terra, a 50 milhas de distância de São Francisco fica a casa mais assombrada do mundo. Construída por Sarah Winchester (interpretada pela ganhadora do Oscar® Helen Mirren), herdeira da fortuna dos Winchester, a casa não conhece seu fim. Construída durante décadas de forma incessante, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, ela tem sete andares de altura e abriga centenas de quartos. Para um estranho, parece um monumento monstruoso que reflete a loucura de uma mulher perturbada. Mas Sarah não está construindo para si, mas sim para sua sobrinha (Sarah Snook) ou para o brilhante Dr. Eric Price (Jason Clarke), que ela convocou para ir a casa. Ela está construindo uma prisão, um asilo para centenas de fantasmas vingativos, e os mais aterrorizantes deles têm o intiuito de se estabelecer com os Winchesters.

A Noiva


A Noiva

Geralmente, eu vou assistir a um filme sem saber muito sobre ele. De vez em quando, assisto trailer, de vez em quando, não procuro saber absolutamente nada. É uma forma de não criar expectativas, consequentemente, não me decepcionar. Eu só busco saber qual é o gênero. Em “A Noiva”, o cartaz, por si só, entrega o gênero. E o fato de ser baseado em fatos reais, atiçou, ainda mais, minha curiosidade. Pouco antes de entrar na sala, conversando com o pessoal, me falaram que era russo. Eu fiquei pensando: meu Deus, terror russo? Vai ser insano. Criei expectativa.

Uma estudante viaja com seu futuro marido para a casa da família dele, que parecem estar no século passado. Apesar do estranhamento com o ambiente e aquelas pessoas, Nastya tenta se adaptar para conhecer melhor a família do amado, mas passa a ter visões terríveis. Aconselhada pelo namorado a fechar os olhos e tapar a respiração, a coitada acha que é uma brincadeira, mas acaba descobrindo que a situação pode ser mais séria do que pensava.

A premissa é genial. Uma maldição antiga, que assombra a família e se perpetua por gerações para manter os familiares vivos e que só há um modo de quebra-la, mas para isso é preciso achar algo específico, que está muito bem escondido. Infelizmente, o roteiro e direção de Svyatoslav Podgayevskiy não faz jus a tudo o que o filme poderia ser. O nome dele assusta mais do que qualquer coisa. As atuações são fracas, o som do filme é estranho. A sensação é de que ficou faltando muita coisa. Contudo, a produção do filme é muito boa. A atmosfera criada pelo ambiente é o que ajuda ao filme não ser 100% descartável.

Para quem gosta de terror, de uma trama bem explicada, “A Noiva” não é a melhor opção. Ele fica mais no suspense. Talvez, no futuro, se alguém pegar essa mesma história e colocar atores melhores, um som melhor e acrescentar elos na trama, ele se torne um dos melhores filmes de terror do cinema. Inclusive, explorar mais a personagem do título, que ficou muito mal aproveitada. Por enquanto, é somente a promessa do que poderia ter sido, mas não foi.

“A Noiva” estreia amanhã, 2 de novembro, Dia de Finados. É uma opção para quem quer ir ao cinema, mas já assistiu tudo e quer se arriscar. O melhor, é não criar nenhuma expectativa.

‘Jogos Mortais: Jigsaw’ recebe classificação indicativa de 18 anos no Brasil

FILME CHEGA AOS CINEMAS MAIS SÁDICO E VIOLENTO DO QUE NUNCA EM 30 DE NOVEMBRO; NOS ESTADOS UNIDOS, LONGA DESPONTA COMO A MELHOR ESTREIA DA SEMANA

Jogos Mortais (Saw), a maior franquia de terror, que entrou no Guiness World Records com US$874 milhões de dólares arrecadados em bilheterias no mundo todo, retorna às telas de cinema do Brasil com seu novo filme “Jogos Mortais: Jigsaw”, após um hiato de sete anos.

Conhecido pelos jogos de tortura com diferentes tipos de mortes, de 2004 a 2010 os fãs da franquia se perguntam “Será que Jigsaw morreu?”.

O novo filme estreou internacionalmente na última sexta-feira, 27 de outubro, e debutou em primeiro lugar, à frente de outras estreias em países da América Latina e Estados Unidos. A boa marca com o público norte-americano, que acumula US$ 16,25 milhões em bilheteria até o momento, só reforça a força do lançamento.

Com uma qualidade de produção acima da média, o longa não escapou do Ministério da Justiça. Mesmo com a adoção de recursos, a recomendação do órgão é que apenas os espectadores a partir de 18 anos assistam a nova fase aterrorizante de Jogos Mortais.

Com distribuição nacional Paris Filmes, o longa “Jogos Mortais: Jigsaw” estreia em circuito nacional em 30 de novembro.

Você está pronto para um novo jogo?

Assista ao trailer: https://youtu.be/IikWdXImVCM.

Sobre o filme     O novo longa é produzido por Oren Koules, Mark Burg e Greg Hoffman e tem roteiro de Josh Stolberg e Peter Goldfinger. A direção fica por conta dos irmãos Michael Spierig e Peter Spierig (de “O Predestinado” e “Canibais”) e o elenco conta com o retorno de Callum Keith Rennie, além dos atores Matt Passmore, Clé Bennett, Hannah Emily Anderson, Laura Vandervoort, Mandela Van Peebles, Paul Braunstein, Brittany Allen e Josiah Black. Uma das maiores franquias de todos os tempos está de volta, elevando a outro patamar os vestígios dos assassinatos cometidos por Jigsaw em diferentes cenários.

Além da Morte


Além da Morte

Remake de “Linha Mortal”, filme da década de 90 dirigido por Joel Schumacher e estrelado por Julia Roberts, Kiefer Sutherland e Kevin Bacon, “Além da Morte” repete a falta de sucesso do original e deixa a desejar, o que é uma pena, já que tem um ótimo elenco em mãos e um excelente enredo.

Cinco estudantes de medicina resolvem descobrir o que existe depois da morte de uma maneira bem objetiva e, possivelmente, única: morrendo. Cada um tem a sua chance e o que causava medo no início, torna-se uma experiência bem-sucedida. Contudo, no dia a dia, os que participaram da experiência passam a ser assombrados por algo do passado e a situação leva os estudantes ao extremo.

“Além da Morte” é um filme que pode ser bastante explorado, mas ao que parece, Niels Arden Oplev preferiu ficar na zona de conforto e não ir além (parece até ironia). Talvez, o roteiro de Peter Filardi e Be Ripley não tenha dado muita chance ao diretor, que poderia inovar e ir além de fantasmas que estão ali para assustar o público. Não assusta. O que assusta, é o tempo do filme, que parece correr quando chega na trama boa. É tanto tempo com os estudantes “morrendo e ressuscitando”, que o desfecho parece ser apressado. O que parece que será um novo “Premonição”, acaba sendo mais um filme mal aproveitado de terror, mas que tem um bom apelo dramático.

Vale mais a pena para quem gosta de drama do que para quem gosta de terror. Se alguém com mais entusiasmo e criatividade se propor a um novo remake, pode sair um dos melhores filmes de terror já visto, sem perder a mesclagem com o drama.

“Além da Morte” estreia hoje, 19 de outubro, e apesar de deixar a desejar, tem boas atuações e uma história que vale a pena ver.

IT - A Coisa


IT – A Coisa

Stephen King já escreveu mais de 80 livros, entre eles, os famosos “Carrie – A Estranha”, “O Iluminado”, “Misey – Louca Obsessão”, “A Torre Negra” e “À Espera de Um Milagre”. Esses que citei, inclusive, já ganharam sua versão cinematográfica. “It – A Coisa” já teve uma adaptação anteriormente. Foi uma série para TV, dividida em duas partes, que chegou ao Brasil como o filme “IT: Uma Obra-Prima do Medo”, com Tim Curry dando vida ao personagem principal. Pennywise dessa vez é interpretado por Bill Skarsgård e consegue ser muito mais assustador do que o de Tim Curry. No entanto, isso não é uma disputa, vamos focar no filme.

O longa começa com a morte de Georgie Denbrough, no fim década de 80, que sai para brincar com um barquinho e acaba se tornando uma das vítimas do palhaço macabro. Com o desaparecimento da criança, a cidade de Derry ganha toque de recolher e mais crianças continuam desaparecendo misteriosamente. O irmão de Georgie, Bill Denbrough e seus amigos, que formam o Clube dos Perdedores (The Loser’s Club), entram de férias da escola e vão investigar o possível lugar para onde essas crianças podem ter sido levadas.

O problema é que Pennywise tem o poder de se transformar em tudo o que as pessoas têm medo. Para conseguir atrair as crianças com mais facilidade, ele se apresenta como palhaço, mas para conseguir se alimentar delas, ele ganha as formas necessárias para deixar as presas paralisadas.

O filme do diretor Andy Muschietti (Mama) tem referências a “Stranger Things”, “Conta Comigo” e “Os Gonnies”. A atmosfera dos anos 80 é marcante, e apesar de não ser um filme que provoca sustos o tempo todo, além de divertir bastante, arrancando risada do público, o clima que toma conta das pouco mais de duas horas de filme, é de medo e revolta. Além do próprio Pennywise, as crianças enfrentam situações horríveis como bullying, racismo, abusos sexuais e psicológicos. A realidade é mais assustadora do que qualquer "Coisa". Contudo, descobrem que se encararem tudo isso juntos, eles vencem. “IT – A Coisa” é muito mais do que um simples filme de terror, é um filme que mostra a realidade de muitas pessoas e como elas amadurecem diante das dificuldades e, principalmente, como é importante ter com quem contar.

Com a promessa de uma continuação, “IT – A Coisa” é uma excelente adaptação da obra do genial Stephen King. Tem um elenco afinado e crianças que trabalham tão bem, que são capazes de causar inveja a adultos ditos “atores”. Por sinal, o personagem Richie Tozier é interpretado por Finn Wolfhard, o Mike Wheeler de “Stranger Things”. O alívio cômico do personagem para o filme é sensacional. Impossível não rir com aquele garotinho, com os óculos fundo de garrafa, todo mirrado, pagando de gostosão.

Bill Skarsgård, integrante da bela família Skarsgård, está primoroso como A Coisa. Até a maneira como ele fala, está de arrepiar. E isso é tão bom, que apesar de ter cenas que certamente as pessoas levarão sustos, o filme não precisa apelar. Pennywise provoca medo por si só. O tom de voz ao tentar ser um palhaço alegre, com aquela figura bizarra e uma boca molhada, parecendo salivar pelas crianças é de arrepiar o couro cabeludo de qualquer um.

“IT – A Coisa” estreia no feriado de 7 de setembro para que ninguém escape dele. Stephen King tem o dom de criar criaturas apavorantes. Se eu pudesse escolher um lugar “impossível” para passear, seria a mente dele, porque eu não consigo entender de onde o cara tira essas coisas tenebrosas e as transforma em coisas geniais. Vale o ingresso, o combo da pipoca e, para os mais apavorados, os sonhos com Pennywise.

Ultra Carem

Fui fazer uma foto para participar de uma promoção da DarkSide Books​ e acabei fazendo esse vídeo. Como dei risada, não resisti e publiquei ele também. 

Acho que vou investir mais nessas leituras, me acabo na hora de filmar. 

Obrigada pela filmagem, Um Pouco de Cada - Vitrine Virtual​. 

"O Inferno, queridinha, é como o que seus olhos mostram. Você precisa ver para acreditar que existe. Às vezes é como um espelho, você se move e ele se move de volta. Quando alguém não crê no Inferno, vai para outro lugar. Nem o patrão de cima ou o Lu aqui embaixo fazem questão dessas almas. Elas ficam no limbo, apodrecendo para todo o sempre, esperando a porcaria do Juízo Final que nunca vai chegar." 

Eu estou LOUCA nesse livro. 



Para quem ficou curioso, a foto da promoção é essa:


Depois eu digo se ganhei. Se não falar nada é porque, infelizmente, fui flopadíssima. 

Annabelle 2: A Criação do Mal


Annabelle 2

A boneca mais fofa do mundo retorna ao mundo cinematográfico. Dessa vez, com um filme que explica como tudo começou. Confesso que achei que o primeiro filme já explicava, mas a nova história explica como chegaram até aquela situação, e o que criaram ficou muito bom! O bom e velho terror está ressuscitado e salvo.

A primeira aparição de Annabelle foi no filme “Invocação do Mal”, onde o casal Ed e Lorraine Warren são chamados para descobrir o que há de errado com a boneca. O filme foi lançado em 2013 e trouxe uma nova era para o gênero terror. Annabelle ficou mais pop que o Papa e ganhou seu primeiro filme solo em 2014. Três anos depois, a bonequinha ganhou mais um.

Dessa vez, a história começa com um casal, que alguns anos depois de perder uma filhinha tragicamente, resolve usar a casa onde vivem para receber uma freira e algumas garotas órfãs. O homem, Sr. Mullins (Anthony LaPaglia) é artesão e constrói bonecas. Adivinha quem fez a edição limitada de 100 (cem, por extenso para ninguém ter dúvida) Annabelles... pois é!

Uma das garotas órfãs, Janice (Talitha Bateman) tem problema em uma perna, por causa de poliomielite. Na hora de conhecer a casa, ela se depara com uma porta que tem marcações de crescimento de uma criança, mas o Sr. Mullins a informa de que aquele quanto está trancado e ninguém deve entrar. Tudo resolvido, né? Óbvio que não. A menina se conforma, mas o demônio tem que tentar e envia bilhetinhos, como a filha dos Mullins fazia, para que Janice vá encontra-la. E aí, é o famoso “já era”.

O demônio volta com tudo, querendo a alma de todo mundo para se manter em ativa e causa sérios danos aos moradores da casa. Como todo bom filme de terror tudo acontece de noite, mas o capiroto também se mostra atacadinho durante o dia, mas com menos intensidade. A atmosfera sombria, que começa quando a Janice sobe as escadas da casa, vai até o fim do filme, só que cada vez mais intensa. Você vai gritar para a garota sair do quarto, para não abrir a porta, para todo mundo sair correndo... inclusive, tem um poço no filme, que eu jurei que Samara ia fazer participação especial.

O tempo de desenvolvimento dos fatos é bom. Não tem enrolação, a história flui e apesar de ter aquelas cenas que todo mundo sabe que vai levar susto, não fica cansativo, nem pesado. A explicação de como Annabelle se tornou o portal para o demônio chegar nesse plano, é convincente. Há cenas que a risada é inevitável, mas para muitos, é aquele riso de nervoso. O tom das cenas “engraçadas”, faz com que os mais apavorados consigam relaxar e aguentar o olhar na tela, sem desviar. A trilha sonora do filme de terror é responsável por, pelo menos, 50% do seu sucesso. Os rangidos, passos, respiração, música... estão em harmonia e como diz Tiago Iorc “o coração dispara, tropeça, quase para” no tom que Sandberg deu ao seu filme.

“Annabelle 2” estreia 17 de agosto e para quem gosta do gênero (e para os que não gostam, mas ao invés de saltar de asa delta, preferem se aventurar no escurinho do cinema), é um filme que atende às expectativas. Meu sonho atualmente é ver um encontro de Annabelle com Chucky e dizer “adeus” definitivo ao mundo de bonecos. Ou não.

O ingresso e o combo da pipoca valem a pena. Para mim, Annabelle não decepciona e a diversão é garantida.

Ed & Lorraine Warren Têm Um Novo Caso Para Você


O segundo livro de Ed & Lorraine Warren
com um novo caso sobrenatural
- Em setembro - 

O casal de investigadores paranormais favorito dos darksiders está de volta. Depois do grande sucesso de Ed & Lorraine Warren: Demonologistas, a DarkSide® Books reabre seus Arquivos Sobrenaturais para desenterrar um dos casos mais assustadores dos últimos 30 anos.

Descubra a verdadeira história por trás do exorcismo de Connecticut em Ed & Lorraine Warren: Lugar Sombrio.


Ed & Lorraine Warren: Lugar Sombrio é o relato meticuloso dos fenômenos que infernizaram a vida de um casal norte-americano após sua mudança para uma antiga casa em que havia funcionado uma funerária anos antes.

Em 2009, a história serviu de inspiração para o filme Evocando Espíritos, de Peter Cornwell, que usou Ed & Lorraine Warren: Lugar Sombrio como principal fonte de pesquisa.




Amityville - O Despertar - Trailers Legendado e Dublado



O trailer legendado de "Amityville - O Despertar" está no ar. 
Confira agora!

Novo filme da franquia de terror Amityville. Desta vez, uma jovem jornalista decide fazer uma reportagem para revelar todos os acontecimentos de Amityville, desde 1976. Ela chega ao local acompanhada de padres, outros jornalistas e de investigadores de atividades paranormais. No entanto, os fenômenos de antigamente voltam a acontecer.

Estreia 31/08/17

Trailer legendado:



Trailer dublado:


mother!



Finalmente saiu! 

O tão aguardado trailer de "mother!", do diretor Darren Aronofsky, enfim, foi divulgado 

E como nós estamos? Cientes do Oscar de Jennifer, Javier e Darren. 

Preparem o psicológico e já comecem com as teorias.

Confira!

Estreia: 21/09/17




Dark Universe


Dark Universe

A Universal confirmou a sua nova franquia de monstros! 

O Dark Universe foi anunciado nessa segunda-feira (22/05). Sua pretensão é refazer filmagens de grandes clássicos e levar para as salas de cinema seus monstros famosos como por exemplo: Frankenstein, e o Homem Invisível. 

"A Múmia", reboot do terror de 1999, iniciará a saga, com estreia prevista para 8 de junho desse ano. Russell Crowe dará vida ao Dr. Henry Jekyll, que dirige a misteriosa organização "Prodigium", cujo o objetivo é evitar que os monstros sejam de conhecimento da população mundial. O personagem será apresentado nesse primeiro filme e fará ligação entre todos os outros. Além dele, o elenco de "A Múmia" conta com os nomes de Tom Cruise (soldado Nick Morton) e de Sofia Boutella, que dará vida à Ahmanet, rainha injustamente mumificada. Alex Kurtzman, além de dirigir o primeiro filme, ficará encarregado de supervisionar os demais projetos junto com David Coepp (roteirista), Chris Morgan (produtor) e Chistopher McQuarrie (cineasta). 

Em 2019, não em 2018 como foi anunciado anteriormente, será lançado o segundo filme da franquia: "A Noiva de Frankenstein", previsto para 14 de fevereiro, com direção de Bill Condon (A Bela e a Fera) e roteiro de David Koepp (Missão Impossível). Donna Langley, responsável pela Universal, garante que a "A Noiva de Frankenstein" será "a história de uma mulher moderna, num conto clássico". No elenco já está garantido o nome de Javier Bardem. O nome da atriz que dará vida ao monstro feminino ainda não foi divulgado. 

Johnny Depp será o famoso "Homem Invisível", mas ainda não foi divulgado maiores detalhes, nem data sobre o filme.

A foto acima reúne o time de estrelas que fará parte da franquia. 

Confesso que não estava muito animada para a estreia de "A Múmia", mas vendo ele como parte de um universo de terror da Universal, mudei de ideia.  Como uma autêntica vira-folha, estou contando os dias para ver Ahmanet em ação. Assim, talvez, conseguirei sentir o clima dos que estão por vir. 

Confira no vídeo abaixo a logo e a canção que fará parte da trilha de todos os filmes, criada por Danny Elfman.

Corra!

Corra!

Há algum tempo o suspense tem voltado a aparecer nas telonas em filmes que valem a pena. Ano passado tivemos “A Garota no Trem” e “Animais Noturnos”, por exemplo. E esse ano, tivemos “Fragmentado”, thrillers que mexeram com a cabeça do público e conquistaram os espectadores, mesmo que a princípio as pessoas não absorvam tudo de primeira.

“Corra!” teve sua estreia no exterior antes de chegar ao Brasil e também deu o que falar. A sinopse parece entregar tudo o que o filme é, mas não se engane: é muito além do que se pode imaginar. Chris, interpretado pelo ator Daniel Kaluuya (Black Mirror), vai conhecer a família de Rose (Allison Williams), sua namorada. Até aí, tudo bem. No entanto, Chris se preocupa com o fato de ser negro e sua namorada ser branca. Mesmo assim, ela garante que não há problema algum, que sua família vai recebe-lo bem. Quando chegam, após passarem por um constrangimento na estrada, de fato, o rapaz é bem recebido. Mas é tão bem recebido, que é incômodo para ele e para quem está assistindo, pois há um ar fake no meio de tanto amorosidade.

Então, Chris começa a perceber como os poucos negros, que estão ali, são estranhos. O desconforto vai aumentando até chegar num ponto em que ele percebe que há muito mais coisa naquela família e cidade, do que imagina.

O filme de Jordan Peele é diferente. Trata do preconceito, mas não de forma aprofundada. A subjetividade aponta para todos os indícios de que o preconceito está vivo ali. Confesso que só me toquei nos pontos cruciais quando conversei com minha Mãe sobre o filme, porque algumas coisas estavam martelando em minha cabeça.

Para quem quer um roteiro militante, que aborde o racismo de forma clara, não é esse o filme indicado. Acredito, inclusive, que esse não seja, realmente, o intuito do diretor. A premissa do filme é entrega e cumprida de forma perfeita e com atuações muito boas, principalmente de Daniel, que eu já conhecia por conta da fabulosa série “Black Mirror”. É um ator que merece toda a atenção e pode trazer muitas atuações boas. Allison Williams também é conhecida do público, apesar de ser o seu primeiro trabalho da atriz que eu vejo. Gostei da menina.

O final do filme, em algumas questões é altamente previsível. Se houve a intenção de um plot twist, dificilmente alguém se surpreenderá. No entanto, nem por isso, deixa de ser angustiante e levar para o espectador um dos thrillers psicológicos mais interessantes do ano. Para os amantes da sétima arte, assim como eu, considero um filme indispensável na filmografia.

“Corra!” estreia hoje, 18 de maio, e vale a pena as unhas roídas, as risadas de nervoso, a cara de quem não está acreditando, as pipocas caídas no chão, o gole grosso de refrigerante, a previsibilidade e o horror que você vai ficar de xícaras de chá.

Isso é muito Black Mirror!


Alien: Covenant


Alien: Covenant

Aos que cresceram sem ter a honra de dizer que assistiu “Alien: O Oitavo Passageiro” nos cinemas, a chance de reverter essa situação é agora. Ridley Scott, em 2012, iniciou uma era envolvendo os esquisitões extraterrestres. Em “Prometheus”,  é feita a descoberta de uma pintura feita em diversas cavernas pela terra, que aponta para um lugar específico, podendo revelar a origem da vida no planeta. Então, os exploradores Elizabeth Shaw (Noomi Rapace) e Charlie Holloway (Logan Marshall-Green), convencem Peter Weyland (Guy Pearce) a bancar uma expedição interestelar. A nave tem o nome de Prometheus e leva ao espaço Shaw, Peter, algumas outras pessoas e o robô David (Michael Fassbender). O robô fica responsável por cuidar da nave, enquanto os demais hibernam em sono criogênico até o destino.

Obviamente, há muito mais coisa em “Prometheus”. O primeiro filme é extremamente necessário para quem quer acompanhar a história da trilogia. Inclusive, ele busca explicar quem são os Space Jockeys, apresentados no filme de 1979, “Alien: O Oitavo Passageiro”. Dá para assistir “Alien: Covenant” sem assistir ao primeiro? Sim. Mas você não vai entender as referências e detalhes. Vai gostar, porque é um filme bem narrado e não é uma história exatamente nova. Calma, que vou falar disso mais abaixo.

“Alien: Covenant” se passa alguns anos após o acontecido em “Prometheus”, os tripulantes da nave atual são despertados da hibernação, quando estão rumo a um novo planeta para iniciar uma exploração, mas acabam sofrendo um acidente. O robô que toma conta deles é Walter (Michael Fassbender também), que recebe ajuda daqueles que acordaram para fazer reparos na nave Covenant. Alguns tripulantes morrem, inclusive o capitão, que acaba sendo substituído por Logo Oram (Billy Crudup). Enquanto consertam Covenant, eles percebem que há um planeta próximo e resolvem explorá-lo, já que, aparentemente, ele oferece todas as condições para habitar vidas. É aí que o inferno começa.

O ritmo acelera, as situações ficam mais sufocantes até você se sentir claustrofóbico. “Alien: Covenant” funciona perfeitamente; do início até o fim. O maior problema é sua falta de inovação, inclusive no roteiro. O longa não traz nada de novo, nem sustos, nem surpresas. O que deveria ser um plot-twist, não passa de uma frustração para quem estava prestando atenção ao filme desde o início. Ou, até mesmo, para quem assiste a muitos filmes e sabe aonde cada minuto vai parar. As cenas que levam os personagens a morte são iguais a de outros filmes do gênero. Entretanto, a beleza do novo filme de Ridley Scott, não é perdida e pode-se sair do cinema com a sensação de “que filmão!” tanto pelo roteiro, como pela direção, trilha, fotografia, efeitos e, também, pela atuação dos atores. Especialmente a atuação de Fassbender, que melhora a cada filme. Nesse, ele duela com ele mesmo, interpretando dois androides com uma similaridade que é exigida, mas com personalidades completamente distintas. O embate “criatura x criador” é fantástico. “Alien” vai muito além da ficção-científica, se analisado mais profundamente.

“Alien: Convenant” estreia hoje, 11/05 e vale cada minuto, cada cena nojenta, cada segundo que falta o ar, mesmo a gente já sabendo que vai ficar sem ar e a hora. Separe o balde de pipoca, o refrigerante e confie no maravilhoso Ridley Scott, porque esse nome é, quase sempre, sinônimo de coisa boa.

Supermax


Supermax tem o formato de programa, que não se espera ver na TV (principalmente sendo aberta) brasileira. Poderia facilmente ser um produto importado; mas não é. É nacional mesmo. A série é um “reality show” com 12 participantes; sete homens e cinco mulheres; todos os personagens têm passagem pela polícia. Bial, que se despediu do Big Brother Brasil, faz as vezes de apresentador, interpretando ele mesmo. “O último reality show de Bial”, disse Alvarenga.
No primeiro dia, é aquela coisa que estamos acostumados a ver em reality: apresentação de cada participante e muita comida. Os personagens começam a se conhecer, criam os primeiros vínculos e alguns as primeiras antipatias. Bial avisa para que não exagerem na bebida, porque no dia seguinte haverá a primeira prova, para definir o líder da casa, e alerta sobre a comida, que ficará a critério do líder, sobre quem comerá ou não. Como é próprio do ser humano, as relações serão decisivas para o resultado.
A tal prova já é tensa e sufocante. Doze pessoas dentro de um contêiner minúsculo, onde a temperatura aumenta aos poucos e os ânimos acirrados, agravam a situação. Algum tempo depois, o líder é decidido na luta e tem o poder de abrir a despensa. Além disso (lembram?), ele poderá dizer quem vai comer ou não. Circo armado.
A princípio, a série é meio lenta e a gente não vê nada demais. Muito menos aonde é que isso tudo vai levar. Mas, a Rede Globo disponibilizou 11 episódios para os assinantes e eu devorei todos eles com avidez. O 12º episódio só chegará, acredito que para todos, em dezembro.
O desenrolar de Supermax é diferente, curioso e excitante. Quanto mais você assiste, mais as coisas fazem sentido e, ao mesmo tempo, fazem menos sentido. Quando achamos que entendemos a situação, algo acontece e pensamos: como assim?
Alguns personagens, com todas as suas peculiaridades, são cativantes; outros, nem tanto. Apesar de todos serem excelentes atores, meu destaque, particular, vai para Bruno Belarmino, que interpreta “Luisão”, o ex-lutador de MMA, e Maria Clara Spinelli, que dá vida à empresária “Janette”. Além deles, que não são tão conhecidos do grande público (o que é proposital, já que a intenção de um reality é juntar pessoas desconhecidas), temos os nomes de Cléo Pires e Mariana Ximenes. A primeira interpreta a psicóloga “Sabrina”, que facilmente cativa o público e tem uma das melhores cenas da série; e a segunda nos traz a ex-enfermeira macabra, “Bruna”.
A emissora deu total liberdade a José Alvarenga Jr, diretor da série, para criar e imaginar; o que ele quisesse estaria ali, sem problema. Considero um grande ponto a ser respeitado! Uma emissora aberta topar o que vier é um grande passo para a liberdade da arte. Significa que a TV está se abrindo a novos formatos, novas ideias.
Além de Alvarenga, a série tem os nomes de Fernando Bonassi, Marçal Aquino, Carolina Kotscho, Raphael Montes e Bráulio Mantovani, nos roteiros; José Eduardo Belmonte e Rafael Miranda, na direção.

Suspense, terror, thriller, romance… Supermax passa por diversos gêneros, estreantes na Globo, e não deixa a desejar em nenhum. Grande sacada da emissora! A torcida é para que seja o primeiro passo de uma longa estrada.
Espero que uma segunda temporada possa ser considerada, para o Brasil, porque uma rede norte-americana já negocia uma versão com três temporadas. Além dela, o cineasta argentino Daniel Burman está por trás da versão latina da série. Precisamos correr e sair à frente, considerando que o enredo trata de questões “brasileiras”, até então.
Agora é esperar, até dezembro, e saber o que acontecerá com os nossos “heróis” da ficção. E garanto… A primeira temporada ainda trará muitas surpresas, cenas fortes (muitas vezes nos fazendo sentir vingados), descobertas de nos deixar sem fôlego, fotografia deslumbrante…. Sem esquecer, óbvio, da trilha sonora sensacional, que tem Leonard Cohen na abertura! Aguardem o que vem pela frente!!!
Série Brasileira: Supermax
Período: de 20 de setembro a 13 de dezembro de 2016
Horário: às terças-feiras, após a minissérie em exibição, na Globo
Criador: Fernando Bonassi
Gênero: Filme de Ação, Suspense, Ficção Científica, Sobrenatural
Produção: Rede Globo

Postagem Original: http://femininoealem.com.br/22446/supermax-o-reality-show-de-terror-da-globo/