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Missão: Impossível – Efeito Fallout


Missão: Impossível – Efeito Fallout

Não pensei que fosse escrever sobre mais uma sequência de “Missão Impossível, mas cá estou e vou dizer o motivo: me surpreendi. Talvez haja um pouco de imparcialidade na minha crítica, já que no filme tem Henry Cavill, que é minha atual paixão hollywoodiana. Contudo, tentei esquecer o bigode super charmoso do ator e focar nos demais detalhes do longa e sim, é um excelente filme.

As sequências explosivas, recheadas de mentiras que amamos, surpreendem por estarem atreladas a um roteiro, que apesar de não ser inovador na história, é de tirar o fôlego. Me arrisco a dizer, sem medo, que esse é o melhor filme da série, até agora. E se você nunca assistiu, porque achou que era a versão americana de James Bond, bom... eu não tenho muito argumento para dizer que não, apesar de que, o próprio diretor do filme, Christopher McQuarrie, dizer que não, eu vejo mais semelhanças do que o contrário.

Ethan Hunt (Tom Cruise) é o cara que a humanidade precisa para se manter segura. Seu arqui-inimigo, Solomon Lane (Sean Harris), é o típico vilão implacável, que só o mocinho muito “retado” (precisei apelar para o meu baianês, porque só estava pensando naquele palavrão com f) consegue frear. E quando um tem a chance de se vingar do outro, é uma sequência de plot twits de tirar o fôlego. Além da trama tensa, do minuto que começa até os finais, o diretor foi extremamente criativo em sua filmagem, levando para os fãs de Ethan, o personagem em cenas eletrizantes, repletas de efeitos especiais que, a cada filme que passa, ficam mais realistas.

Com Henry Cavill em cena, sendo um fantástico antagonista, Rebecca Ferguson, Angela Basset, Michelle Monaghan, Simon Pegg, Ving Rhames e Alec Baldwin, Tom Cruise fecha um time de estrelas super competentes e que conseguem engrandecer o filme com atuações acima do esperado para esse tipo de filme. Intercalando tensão e alívios cômicos, Christopher McQuarrie, que dirigiu o longa anterior, consegue deixar o público ligado, envolvido e as respirações sincronizadas dentro da sala de cinema.

É bom, por curiosidade, ressaltar que Tom Cruise dispensa dublês e se entrega às cenas mais loucas que assistimos. O ator chegou a fraturar o pé em uma das cenas que salta de um prédio para outro. O diretor aproveitou o realismo e deixou a cena na edição final. Nem tudo é tão impossível quanto pensamos. Motos, helicópteros, aviões, barcos... para a nossa felicidade, Tom Cruise topa tudo! Um bônus nisso tudo é ver ele correndo como um maluco, sem nada o impedindo. Posso dizer que uma das coisas que mais gosto de ver nos filmes dele, é esse “sebo” na canelas. Não pode faltar!

Um filme de ação que merece entrar para a lista de melhores dos últimos tempos! Se você puder correr para o cinema e assistir na telona, acredite: vale a pena. Separe a pipoca, o refrigerante e os doces, porque mastigar vai ajudar na tensão. Ou não. Mas eu juro: a diversão é garantida para toda a família.

S E N S A C I O N A L ! ! !

Postado originalmente: https://femininoealem.com.br/noticias/cultura/cafe-com-alice/missao-impossivel-efeito-fallout/ 

“O Protetor 2” abre em primeiro lugar no Brasil


“O Protetor 2” abre em primeiro lugar no Brasil

“O Protetor 2” estreou em 1º lugar no ranking e teve o maior dia de abertura de todos os tempos para um filme do Denzel Washington no Brasil. A sequência acumulou 635 mil reais no 1º dia de exibição. O longa é dirigido por Antoine Fuqua e Denzel faz sua primeira sequência de sua carreira em quarenta anos.

Sinopse
Denzel Washington retorna para seu marcante personagem na primeira franquia de sua carreira. Robert McCall oferece justiça a qualquer preço para os oprimidos e explorados – mas o quão longe ele irá quando quem precisa de proteção é alguém a quem ele ama?

‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’ tem a maior abertura da franquia e de um filme de Tom Cruise no Brasil


‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’ tem a maior abertura da franquia e de um filme de Tom Cruise no Brasil

Distribuído pela Paramount Pictures, filme arrecadou R$ 14,5 milhões no primeiro fim de semana em cartaz (incluindo as pré-estreias de quarta)

Sexto filme da franquia, MISSÃO:IMPOSSÍVEL - EFEITO FALLOUT (MISSION:IMPOSSIBLE – FALLOUT) já se consagrou como o mais bem-sucedido filme da franquia no seu primeio fim de semana no Brasil. Com um total arrecadado de R$ 14,5 milhões e 773 mil espectadores (incluindo as pré-estreias de quarta) no primeiro fim de semana em cartaz, o longa é a maior abertura de um filme estrelado por Tom Cruise no país. Além disso, MISSÃO:IMPOSSÍVEL - EFEITO FALLOUT já é o filme de Cruise com o maior número de locais de exibição, totalizando 1.321 salas em 624 cinemas no país.


Dirigido por Christopher McQuarrie, o longa traz Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe do IMF (Alec Baldwin, Simon Pegg, Ving Rhames), na companhia de aliados conhecidos (Rebecca Ferguson e Michelle Monaghan), correndo contra o tempo depois que uma missão dá errado.


 Além de Tom Cruise, Simon Pegg e Ving Rhames, o elenco ganha um reforço de peso: Henry Cavill, Angela Basset e Vanessa Kirby se juntam ao time. Cruise também é produtor do filme, ao lado de Jake Myers, J.J. Abrams e do diretor Christopher McQuarrie, que ainda assina o roteiro e a direção de produção.

SINOPSE

As melhores intenções muitas vezes voltam para assombrá-lo. Em MISSÃO:IMPOSSÍVEL - EFEITO FALLOUT, Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe do IMF (Alec Baldwin, Simon Pegg, Ving Rhames), na companhia de aliados conhecidos (Rebecca Ferguson, Michelle Monaghan), estão em uma corrida contra o tempo depois que uma missão dá errado. Henry Cavill, Angela Basset e Vanessa Kirby são as novidades do elenco, com Christopher McQuarrie de volta à direção.

DIVULGADO PRIMEIRO CARTAZ DE “ARRANHA-CÉU: CORAGEM SEM LIMITE”

UNIVERSAL PICTURES DIVULGA PRIMEIRO CARTAZ DO NOVO
FILME DE DWAYNE JOHNSON: “ARRANHA-CÉU: CORAGEM SEM LIMITE”

Thriller de ação 3D chega aos cinemas brasileiros em julho de 2018

Para promover o lançamento do primeiro trailer do longa que será divulgado na segunda-feira, 5 de fevereiro, a Universal Pictures acaba de lançar o cartaz teaser de “Arranha-Céu: Coragem sem Limite” (Skyscraper). Veja imagem acima.

Com direção de Rwason Marshall Thurber e produção de Beau Flynn, de “Terremoto: A Falha de San Andreas”, o thriller de ação traz Dwayne Johnson como protagonista. Johnson é Will Ford, um veterano de guerra dos Estados Unidos e ex-líder da operação de resgate do FBI, que atualmente é responsável por avaliar a segurança de arranha-céus.

Em operação na China, Ford encontra o mais seguro e alto dos prédios em chamas e é considerado culpado por isso. O agente precisará encontrar os responsáveis pelo incêndio e, de alguma forma, limpar seu nome e resgatar sua familia que está presa no interior do edifício, acima da linha do fogo. O longa estreia em julho de 2018 nos cinemas brasileiros.

Tom Cruise revela o título do sexto filme da franquia Missão: Impossível

Tom Cruise revela o título do sexto filme da franquia
Missão: Impossível

Novo filme, que estreia no dia 26 de julho, tem título revelado pelo ator em perfil recém-criado no Instagram

Uma das franquias mais queridas e rentáveis do cinema anuncia a estreia do seu sexto longa em julho deste ano e acaba de ter o seu título MISSÃO:IMPOSSÍVEL - EFEITO FALLOUT (MISSION:IMPOSSIBLE – FALLOUT)  revelado pelo protagonista e produtor Tom Cruise. O ator publicou a informação hoje em seu o perfil @tomcruise recém-criado no Instagram.

As melhores intenções muitas vezes voltam para assombrá-lo. Em MISSÃO:IMPOSSÍVEL - EFEITO FALLOUT, Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe do IMF (Alec Baldwin, Simon Pegg, Ving Rhames), na companhia de aliados conhecidos (Rebecca Ferguson, Michelle Monaghan), estão em uma corrida contra o tempo depois que uma missão dá errado. Henry Cavill, Angela Basset e Vanessa Kirby são as novidades do elenco, com Christopher McQuarrie de volta à direção.

Elenco:
Tom Cruise, Henry Cavill, Simon Pegg, Rebecca Ferguson, Ving Rhames, Sean Harris, Angela Bassett, Vanessa Kirby, Michelle Monaghan, Alec Baldwin, Wes Bentley, Frederick Schmidt.

Direção: Christopher McQuarrie

Distribuição: Paramount Pictures

Estreia no Brasil: 26 de Julho/2017

Kingsman: O Círculo Dourado



Kingsman: O Círculo Dourado

A sequência de “Kingsman: Serviço Secreto” (2015) chega aos cinemas sob a direção de Matthew Vaughn e roteiro de Jane Goldman com a participação do próprio Vaughn. “Kingsman: O Círculo Dourado” tem como base um ataque de mísseis que destroem o Kingsman e todos seus agentes, exceto Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong). Os dois buscam ajuda numa organização secreta nos Estados Unidos, a Statesman. Com a ajuda dos agentes Ginger (Halle Berry), Tequila (Channing Tatum), Whiskey (Pedro Pascal) e Champagne (Jeff Bridges), eles vão atrás de Poppy (Julianne Moore), uma traficante de drogas que tem sua própria “cidade” com atmosfera da década de 50, mas com toques modernos de tecnologia e um plano letal. Quem também está no filme, sequestrado por Poppy, é Elton John. Fazendo papel dele mesmo, o cantor aparece com seu figurino espalhafatoso e garante risadas em suas cenas.

O filme começa com uma cena incrível de luta entre Eggsy e Charlie dentro de um carro. Com bastante ação, porrada e um ritmo empolgante. Para quem, assim como eu, não assistiu ao primeiro, dá para se localizar na história, porque está tudo bem amarrado. Quando o passado é citado, há explicação. No entanto, as boas surpresas reservadas só vão dizer alguma coisa a quem realmente assistiu, assim como algumas referências ao filme anterior.

Há uma cena bizarra em “O Círculo Dourado”. Eggsy precisa colocar um rastreador em uma agente. O próprio Taron ficou desconfortável em filmá-la e se recusou a fazê-la. Numa entrevista, ele disse que a mão que aparece é do marido da atriz. Numa era de valorização da mulher, graças a Deus, a cena beirou o mal gosto machista. Se conduzida de outra forma, talvez, pudesse agregar algum valor àquilo. Mas parece que está ali só para chocar mesmo. Desnecessária.

O filme em si é bom e divertido, apesar de não surpreender, mesmo quando há uma grande tentativa. A sua bilheteria de estreia colocou “IT: A Coisa” em segundo lugar. Vale muito pelas atuações, principalmente a de Taron Egerton, que conduz o filme brilhantemente. Julianne Moore e Colin Firth nem precisam ser citados, porque os nomes já falam por si.  Porém, “O Círculo Dourado” vale mais ainda por suas cenas de ação, que possuem sequências eletrizantes e extremamente divertidas.


“Kingsman: O Círculo Dourado” estreia amanhã, 28/09. Minha maior recomendação é quem for assistir, assista ao primeiro antes. Eu assisti fora de ordem e realmente preferia ter assistido na ordem correta. Falha gravíssima minha. De qualquer forma, vale a pipoca, o refrigerante e o ingresso. Um bom filme!

Tomb Raider – A Origem | Trailer Legendado


Alicia Vikander é Lara Croft no novo filme da heroína: "Tomb Raider - A Origem". 

Confiram o trailer e se inscrevam no canal. 

Atômica


Atômica

Esperei ansiosamente para assistir a esse filme, desde que vi o seu cartaz: Charlize Theron e muito neon. Nem sabia do que se tratava, mas sentia que vinha coisa boa por aí. Evito assistir trailers, por causa de spoilers, já que alguns entregam o filme todo. Mas quando o diabo atenta, a gente não consegue se esquivar: assisti ao trailer e tive certeza de que correria para assistir “Atômica”. Enfim, o dia chegou!

Lorraine Broughton (Charlize Theron) é uma agente do MI6 (serviço secreto britânico) extremamente inteligente, ágil, esperta e boa de briga. Ela é enviada para uma missão na Alemanha, durante a Guerra Fria, pouco antes da queda do Muro de Berlin para investigar o assassinato de um oficial e recuperar uma lista, que tem informações de diversos espiões.  Para conseguir conduzir sua missão, Lorraine contará com a ajuda de David Percival (James McAvoy), um agente infiltrado.

A partir daí, o filme de David Leitch com roteiro de Kurt Johnstad (300), tem muita porrada, sangue, olho roxo, reviravolta, detalhes importantes, sensualidade e um humor irônico impecável. Baseado nos quadrinhos de Antony Johnston e Sam Hart, “The Coldest City”, será lançado aqui no Brasil, numa edição incrível, pela editora Darkside, no dia 6 de setembro (já está em pré-venda), o filme é uma obra que deixa outros filmes famosos de agentes para trás. A personagem de Charlize Theron tem uma energia, que só estamos acostumados a ver nos cinemas em personagens masculinos. Talvez, por ser do mesmo diretor (co-diretor em John Wick), Lorraine se assemelhe tanto a John Wick. E David não descarta um crossover desses dois personagens. Até então, o que impede, é que ambos vivem em épocas diferentes e os estúdios dos filmes. Química, já sabemos que Charlize e Keanu têm.

Para quem não sabe, David Leitch já trabalhou como dublê. Ninguém melhor do que um dublê para conduzir com perfeição cenas de ação e coreografias violentas. Charlize contou com a ajuda de especialistas em treinamento e combate, além de Keanu Reeves, que treinou junto com a atriz para “John Wick” e vários meses de exercício. Ela se empenhou tanto nas cenas, que teve dois dentes quebrados. Por essa adrenalina toda, “Deadpol 2” está nas mãos de David.

Destaque também para Sofia Boutella, que vem crescendo nas telonas. Além de ser uma atriz maravilhosa, inquestionavelmente a melhor coisa de “A Múmia”, Sofia consegue conquistar facilmente o público com sua Delphine Lasalle, uma “perseguidora” de Lorraine. Mas, se nem a própria Lorraine resistiu, quem somos nós, pobres mortais para fazê-lo? As duas criam uma atmosfera para lá de sensual, deixando qualquer marmanjo de queixo caído.

Com uma fotografia retrô, neon e uma trilha recheada de músicas dos anos 80, “Atômica” chega aos cinemas hoje, 31 de agosto, para mostrar que mesmo no fim, o mês mais longo, pode nos trazer surpresas maravilhosas e ser encerrado com chave de ouro. Vale o ingresso, o combo da pipoca e os não beijos na companhia, porque não é para perder nenhum lance.

O Assassino: O Primeiro Alvo - Trailers Legendado e Dublado



O Assassino: O Primeiro Alvo

Stan Hurley (Michael Keaton), veterano da Guerra Fria, recebe sua tarefa mais complexa enquanto agente de treinamento da CIA quando o seu superior ordena que Hurley treine um ex-soldado das forças especiais, cujo estado psicológico está devastado após a morte de sua noiva.

Trailer legendado do filme com Michael Keaton e Dylan O'Brien. 

Estreia 14/09/17

Trailer legendado:



Trailer dublado:


Confira Alicia Vikander como Lara Croft nas Primeiras Imagens de Tomb Raider


Com direção de Roar Uthaug, longa tem estreia prevista nos cinemas brasileiros em 15 de março de 2018

A Warner Bros. Pictures divulga as primeiras imagens de Tomb Raider, destacando a atriz Alicia Vikander como Lara Croft. Nas duas fotos é possível ver a atriz caracterizada como a personagem, e em uma delas ela parece confrontar uma figura ameaçadora.


Sobre o filme

Lara Croft é a independente filha de um excêntrico aventureiro que desapareceu quando ela mal tinha chegado à adolescência. Agora, uma jovem de 21 anos sem nenhum foco ou propósito na vida, Lara faz entregas de bicicleta nas caóticas ruas de Londres, ganhando apenas o suficiente para pagar o aluguel, e cursa a faculdade, raramente conseguindo ir às aulas. Determinada a forjar seu próprio caminho, ela se recusa a tomar as rédeas do império global de seu pai com a mesma convicção com que rejeita a ideia de que ele realmente se foi. Aconselhada a enfrentar os fatos e seguir em frente depois de sete anos sem seu pai, Lara busca resolver o misterioso quebra-cabeças de sua morte, mesmo que nem ela consiga entender a sua motivação.
 Contrariando os pedidos finais de seu progenitor, ela deixa tudo para trás em busca do último destino em que ele foi visto: um lendário túmulo em uma mítica ilha possivelmente localizada ao longo da costa do Japão. Mas sua missão não será fácil, já que a jornada para a ilha será traiçoeira. De repente, os riscos não podem ficar mais altos para Lara, que – contra todas as probabilidades e armada apenas com sua mente afiada, fé cega e espírito naturalmente obstinado – deve aprender a ultrapassar seus limites enquanto viaja para o desconhecido. Se sobreviver aos perigos dessa aventura, ela pode enfim encontrar um propósito para sua vida e tornar-se digna do nomeTomb Raider.
Da Warner Bros. Pictures e Metro-Goldwyn-Mayer Pictures, Tomb Raider é a história que vai colocar uma jovem e resoluta Lara Croft em um caminho para se tornar uma heroína global. O filme conta com a ganhadora do Oscar Alicia Vikander (“Ex_Machina: Instinto Artificial”, “A Garota Dinamarquesa”) no papel principal de Lara Croft, direção de Roar Uthaug (“A Onda”), produção do ganhador do Oscar Graham King (“Os Infiltrados”) sob a bandeira da sua GK Films. A produção do filme começou na esteira do 20º aniversário da popular franquia de jogos de videogame da Square Enix, Crystal Dynamics e Eidos Montreal.
Tomb Raider também tem em seu elenco Dominic West (“Jogo do Dinheiro”, “300”), Walton Goggins (“Os Oito Odiados”, “Django Livre”) e Daniel Wu (série de TV “Into the Badlands”).
Filmado em locações na África do Sul e Reino Unido, Uthaug dirige a partir do roteiro escrito por Geneva Robertson-Dworet. O time criativo nos bastidores inclui o diretor de fotografia George Richmond (“Missão: Impossível – Nação Secreta”); o designer de produção Gary Freeman (“Malévola”); o editor indicado ao Oscar Stuart Baird (“007 - Operação Skyfall”, “A Montanha dos Gorilas”); e o figurinista Tim Wonsik (figurinista principal, “Guardiões da Galáxia”, “Capitão América: O Soldado Invernal”).
Tomb Raider, que tem estreia prevista para 15 de março de 2018, será distribuído pela Warner Bros. Pictures, uma empresa da Warner Bros. Entertainment, e em territórios selecionados pela MGM.


A Vigilante do Amanhã


A Vigilante do Amanhã

Pense em um futuro onde as cidades serão invadidas por tecnologia. Poderia ser hoje, se você chegar numa grande metrópole onde tem aqueles prédios enormes com fachadas coloridas por suas telas brilhantes, cheias de informações. Mas isso não é nem metade do que é apresentado em “A Vigilante do Amanhã”. A cidade tem tanta informação visual / virtual, que eu fiquei incomodada de imaginar que esse é o rumo que estamos tomando. Se reclamam da poluição virtual dos outdoors, imagina a realidade que nos é apresentada nesse filme com hologramas gigantes. É de enlouquecer qualquer mente humana. Humana, sim. Porque para completar a insanidade do cenário, as pessoas possuem aperfeiçoamento robótico. Como é isso? Os seres humanos ganham detalhes “mecânicos” em seus corpos.

O filme de Rupert Sanders é baseado no mangá homônimo de Mesamune Shirow (lançado entre 1989-1990), que já teve um anime lançado em 1995. Não li e nem assisti, mas procurei informações sobre ambos e descobri que do mangá para o anime houve mudanças. Não me surpreenderia se dissessem que houve mais mudanças ainda do anime para o live-action hollywoodiano.

A escolha de Scarlett Johansson para interpretação da personagem principal, Major Mira Killian, rendeu problematização, já que é uma atriz branca, fazendo um papel que, claramente, deveria ser de uma atriz oriental. No entanto, pela premissa utilizada no filme, eu achei justificável. O talento de Scarlett, ao meu ver, é inquestionável. A vida que ela dá à personagem e às suas cenas de luta, o seu questionamento pessoal, são completamente convincentes. Não trocaria ela por nenhuma outra, apesar de ter muitas atrizes orientais tão fantásticas quanto Scarlett. Além do mais, o elenco tem atores de diversas etnias, o que é bom para mostrar a importância da diversidade nas telas de cinema.

A trama principal do filme é a busca de Major para saber quem ela é. Com um corpo robótico e uma mente humana, ela sente a necessidade de descobrir quem era antes de se tornar aquilo. Tem uma cena em que ela entra em contato com um ser humano, que é muito boa! De emocionar mesmo. Conseguimos sentir a angústia da personagem em precisar se entender para poder se encaixar. Major trabalha para o Setor 9, que combate o crime,  se colocando em risco e assumindo seu papel de heroína para conseguir capturar um hacker e resolver seus problemas de um cérebro com emoções altamente humanas. “Não somos definidos por nossas lembranças. O que fazemos é o que nos define.” Essa frase é dita em dois momentos do filme e deixa clara a intenção da história. Enquanto isso, Kuzer (interpretado por Michael Pitt, que sempre atua muito bem), o hacker que Major está em busca, comete ataques cibernéticos terroristas, hackeando sistemas e atacando a corporação Hanka, que desenvolve ciborgues no estilo de Major (ela é a primeira nessa condição de corpo robótico x cérebro humano).

O visual do filme é surpreendente, o que me faz reforçar a necessidade de recomendar que é um filme para ser assistido em uma das salas que trazem maior resolução de tela (pode apostar no 3D) e maior potência de som. A trilha sonora me encantou. Em alguns momentos até me lembrou a da série “Hannibal”, que é uma das minhas favoritas. O trabalho que foi feito no visual desse filme deverá colher bons frutos e reconhecimento, porque são inegáveis.

A busca de Major se tornou um filme muito bom e que certamente levará muitas pessoas à procura do anime e do mangá. Eu, inclusive. Fiquei ainda mais interessada quando li que ele foi uma das inspirações das irmãs Wachowski para “Matrix”.

“A Vigilante do Amanhã” estreia hoje, 30/03 e está mais do que recomendado. O combo da pipoca e do refrigerante vale a pena, principalmente por ser um filme de ação, que realmente tem ação. E todo filme do gênero eu acho que necessita de pipoca para relaxar. Filmão. 

Power Rangers: O Filme


Power Rangers: O Filme

“Power Rangers têm a força, Power Rangers são heróis...”

Impossível não lembrar dessa música icônica da dupla Sandy e Junior ao ouvir o nome de uma das séries de mais sucesso da década de 90, que passava na televisão.

Confesso que quando soube que seria lançado um filme dos Power Rangers, eu fiquei com medo. Pensei que ia ser fraco, que não ia fazer sucesso, que seria decepcionante. Quando vi os cartazes e as novas armaduras, mudei de ideia. Achei que o novo estilo, apesar de senti falta daquela roupa de antigamente, ia superar e eu ia gostar muito. Então, eu assisti o trailer e voltei para a ideia do início. Achei o trailer meio parecido com “O Quarteto Fantástico”, que apesar de eu ter gostado, é um filme bem sessão da tarde.

O filme começa já com algo novo; mostra como os Rangers foram formados, como surgiu o querido Zordon, o meteoro que cai na Terra e elimina até os dinossauros e a origem da vilã Rita Repulsa. Depois do estrago, milhões de anos se passam e o longa vem para o período atual, aonde começa a mostrar a história de cada componente do grupo de super-heróis. As atuações dos jovens são bem convincentes, deixando o foco maior para os carismáticos Rangers vermelho e azul. A vilã de Elizabeth Banks é boa. Lembra muito os vilões da época de TV; exagerados. Mas achei isso bom, porque a sensação de nostalgia fica ainda mais forte.

O desenrolar do filme, a princípio, é um pouco lento, mas tem o tempo certo para que a verdadeira ação comece, que é quase no final, então é pouca ação mesmo, infelizmente. Por outro lado, dá para entender se considerarmos que poderá ter mais filmes do grupo. Aqui foi só a introdução, afinal. Alguns momentos são bem apelativos para a emoção, mas como não resisto, me emocionei mesmo e me apaixonei de vez.

A trilha sonora é um tanto quanto fraca, apesar de ter boas músicas repaginadas. O ponto altíssimo é quando se ouve: “go, go, Power Rangers”. A vontade é levantar e lutar junto com os coloridos. Mas ó: se contenha.

Toda a polêmica que teve sobre a Ranger amarela e sua sexualidade está no filme, para matar os caretas de plantão. Entretanto, nada de sete cabeças. Podem ressuscitar. Não há cenas de romance nem heterossexual, nem homossexual, apenas a citação de possíveis namoradas para Trini. Não precisam tapar os olhos das crianças. Power Rangers é de “família”. Mas se tiver continuação, espero que os pilares da família tradicional sejam abalados. Revolução, minha gente!

Li que Dean Israelite, diretor competente, disse que estão previstos seis filmes. Espero que seja verdade e que o segundo seja ainda melhor, com mais ação e mais aprofundamento nas vidas pessoais dos heróis.

É com muita satisfação que recomendo a todos esse filme. Seja da minha geração ou da geração anterior ou da nova geração, “Power Ranges: O Filme” vale a pena ser visto, porque esses heróis estiveram com tantas crianças, na hora do almoço, todos os dias, que é como se fizessem parte da família. Se não fazem da família, fazem da história de cada um que se sentava na frente da TV para ver Zordon, vê eles morfando, torcer para que os Rangers se unissem e formassem o poderoso Megazord.

Eles são inesquecíveis! 

“Power Rangers: O Filme” estreia hoje, 23 de março e é o melhor filme para iniciar o fim de semana. Vale o ingresso, a combo gigante de pipoca, com refrigerante grande, o chocolate, a camisa daquela loja de departamento famosa, a nostalgia, as lembranças e o arrepio na hora da musiquinha.

AMEI. 

Star Wars - The Last Jedi


“É oficial: Star Wars – The Last Jedi é o próximo capítulo da saga Skywalker. Em dezembro”.


Com esta notícia, inciamos uma maravilhosa semana. 

Que a força esteja com vocês.

Jack Reacher - Sem Retorno


Jack Reacher – Sem Retorno

Tom Cruise está de volta na pele do protagonista “Jack Reacher”, um ex-militar famoso por seus grandes feitos, mas que vive uma vida sumindo do radar de quem o conhece.

“Jack Reacher – Sem Retorno” tem a fórmula do primeiro filme. Esse, por sua vez, tem a fórmula de qualquer filme de ação. A sua duração de 119 minutos é um pouco irritante, já que o filme não tem nenhuma surpresa, nada inovador. Entretanto, o filme está longe de ser ruim. Diverte. Tem um bom roteiro, boas interpretações. Só peca na sensação de dèjá vu.  

“Reacher” se corresponde com a “Major Turner”. Quando decide conhecer pessoalmente a moça, a levando para jantar, descobre que ela está sendo acusada de vazar informações confidenciais e foi presa. Com o sexto sentido apurado (o que não é nenhuma surpresa nesse tipo de filme), ele inicia uma investigação para desvendar o mistério. No caminho, aparece uma adolescente que supostamente é sua filha e entra na mira dos bandidos que ele está perseguindo (o que também não é nenhuma surpresa).

As cenas de ação são bem feitas, apesar do mocinho só derramar duas gostas de sangue durante o filme todo. O roteiro é bem escrito e a direção do filme não erra. Para quem gosta do gênero e não se importa de ver o mesmo filme diversas vezes, com diversos atores e diversos títulos, “Jack Reacher” cumpre a função perfeitamente. O filme só se torna sem maiores atrativos para quem, consciente ou inconscientemente, sabe exatamente como tudo vai acontecer. Mesmo assim, é inegável que entretém.

É preciso renovar as fórmulas do filme de ação. Essa história do “cara herói”, que nunca sorri, que a cada filme tem uma mulher, que fica na mira dos bandidos e polícia o filme todo e no final consegue provar tudo o que, genialmente, sacou sozinho, já alcançou todos os limites possíveis. Tom Cruise é um ator muito bom e que pode ir além de “Missão Impossível” e seus derivados. Pode, facilmente, deixar esse papel para Jason Statham, já que o ator britânico não tem perfil de ir muito além.

Cobie Smulders (Major Turner) e Danika Yarosh (Samantha, a suposta filha de Reacher) ajudam a completar o trio principal do filme, dando o apoio necessário para o roteiro não ficar completamente enfadonho.

“Jack Reacher – Sem Retorno” estreia hoje, quinta-feira (24/11). 

XXX3 - Trailer Legendado


Trailer legendado de "xXx: Reativado".




Fora do Rumo


Jackie Chan está de volta! Ao lado de Johnny Knoxville, o chinês encarna “Bennie”, um detetive em busca de justiça, após o assassinato do seu parceiro. Perseguindo “Victor Wong”, para provar seu lado criminoso, “Bennie” acaba sendo afastado da polícia. Entretanto, quando sua afilhada se envolve com uns mafiosos, ele precisa ir atrás do homem que colocou a menina em maus lençóis. O homem é “Connor Watts” (Knoxville), um norte-americano sem noção. Juntos, eles partem rumo a Hong Kong, a fim de resolver tudo.

O filme já começa com ação e situações engraçadas, típico dos filmes de Jackie Chan. A trama é desenvolvida na medida certa e a viagem da dupla é bastante divertida. Situações inusitadas, mas que não deixam de animar quem assiste. O melhor momento do filme é durante a passagem dos dois pela Mongólia, onde todos cantam “Rolling In the Deep”, de Adele. Queria assistir a essa cena mais uma vez.

Apesar de apenas ser mais do mesmo, o carisma de Jackie Chan ajuda na hora de decidir se gostamos ou não do filme. Seu jeito de lutar, também. Ver quem domina as artes marciais em ação é sensacional. Knoxville não fica atrás. Seu “sorriso” conquista fácil e seu personagem, mesmo que caricato, se encaixa na história do filme.

Dificilmente assistirei novamente, mas é inegável que me diverti nas quase duas horas dentro do cinema.

Quando acaba, o filme dirigido por Renny Harlin, deixa a sensação de “Sessão da Tarde”.